“Dormiu para sempre no fim de 2007”

Se você gosta de jornalismo, ou de jornalistas que mais parecem personagens do Rubens Fonseca, ou de pessoas duronas, que morrem e ninguém fica sabendo mais de três anos depois, ou se gosta de um texto bem escrito, que ouve figuras cheias de boas memórias, se gosta de mistérios e dos mistérios da madrugada, que a gente nunca viu e dificilmente vai ver em tamanha quantidade, se gosta de policiais que acham um braço e, antes de ligar ao IML, o levam à Redação de um jornal, enfim, se gostam de boa realidade travestida em literatura, LEIA AQUI esta reportagem da revista Trip sobre Hélio Santos. Quase um obituário, certamente uma homenagem 🙂

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