Dia da Madrinha

Fica instituído que hoje, além de Dia dos Pais, é Dia da Madrinha. E não há notícia de madrinha melhor do que a minha. Pra começo de conversa, linda. Altona, esbelta, jovem, com longos cabelos pretos e um sorrisão de uma orelha à outra, que faz os olhinhos se espremerem como os de um japonês.… Continuar lendo Dia da Madrinha

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“I met a girl who sang the blues”, anos-zero: bye-bye, miss american pie…

Tou me sentindo culpada. Desde que conheci e me apaixonei pela linda voz de Amy Winehouse, em 2008, falei em alto e bom som, a quem quisesse ouvir e registrar: esta aí é nossa Janis Joplin geração-anos-zero. E, como tal, vai morrer pelos 27 anos, vítima das drogas, da bebedeira, do estardalhaço, da depressão, do… Continuar lendo “I met a girl who sang the blues”, anos-zero: bye-bye, miss american pie…

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A morte de Itamar e a volta do “Bionicão”

Texto de José de Souza Castro: A morte de dois senadores mineiros neste ano – Eliseu Resende e Itamar Franco – reforça a ideia de que é preciso mudar a legislação eleitoral, principalmente em relação à escolha dos suplentes de senadores. Com a morte dos eleitos, seus suplentes, Clésio Andrade e Zezé Perrella, passam a… Continuar lendo A morte de Itamar e a volta do “Bionicão”

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A morte e a morte de Osama Bin Laden

texto de José de Souza Castro: Perguntar não ofende: Osama Bin Laden morreu mesmo? Se morreu, cadê o corpo? Não é a primeira vez que os Estados Unidos matam o terrorista. Da primeira, ele morreu como rato dentro de cavernas bombardeadas no Afeganistão, alguém se lembra? Qualquer detetive de porta de cadeia sabe que provar assassinato… Continuar lendo A morte e a morte de Osama Bin Laden

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“Dormiu para sempre no fim de 2007”

Se você gosta de jornalismo, ou de jornalistas que mais parecem personagens do Rubens Fonseca, ou de pessoas duronas, que morrem e ninguém fica sabendo mais de três anos depois, ou se gosta de um texto bem escrito, que ouve figuras cheias de boas memórias, se gosta de mistérios e dos mistérios da madrugada, que… Continuar lendo “Dormiu para sempre no fim de 2007”

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Lembremo-nos deste nome: Mohamed Bouazizi

Mohamed Bouazizi era um rapaz de 26 anos, pouco mais velho que eu. Depois da escola, sem melhores oportunidades, foi vender frutas e verduras em uma carrinho na cidade de Sidi Bouzid, na Tunísia. Poderia ser só mais um vendedor de frutas, como os três que existem na minha rua. Mas virou herói nacional. O… Continuar lendo Lembremo-nos deste nome: Mohamed Bouazizi

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