Uns seis anos desde a última vez, aproveitei meu dia de folga para doar sangue. Demorei a doar de novo porque, naquela vez, cheguei a ter tonturas e passar mal durante a doação, tive que ficar deitada “de cabeça pra baixo” por uns minutos até me recuperar, e sempre fiquei com um certo medo de… Continuar lendo Quando ter sangue bom é ruim
Categoria: Memórias
Últimos dias para baixar as barbearias de blues!
Já expliquei, em dois posts, a história da Barbearia de Blues (a dos EUA, a de Beagá e a da rádio, criada por mim). Pois bem, esta última, da rádio, foi colocada durante bastante tempo no My Podcast, onde ficou disponível para download grátis por qualquer um. Até que recebi um email do My Podcast… Continuar lendo Últimos dias para baixar as barbearias de blues!
Dídimo Paiva, o jornalista
Texto de José de Souza Castro: Durante anos, fui escravo da agenda. Libertei-me dela depois da aposentadoria – e fiz mal. Tenho faltado a eventos que eu gostaria de ter ido, por falta de uma agenda e excesso de esquecimento. O último foi o lançamento, dia 13 deste mês, dos livros sobre um admirável jornalista… Continuar lendo Dídimo Paiva, o jornalista
Os rituais
Já falei aqui algumas vezes que eu adoro criar pequenos rituais, “tradições” para serem cumpridas em determinadas ocasiões, às vezes com determinados amigos. É algo que ajuda a criar cumplicidade ou, quando faço sozinha, ajuda a dar sentido a alguma data (por exemplo, o natal). Fiquei tentando lembrar de alguns desses rituais e cheguei à… Continuar lendo Os rituais
Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)
Um dia, Vovó Paterna foi à casa de uma amiga, visita de praxe. Lá na roça, antigamente, era costume visitar os parentes e amigos com alguma frequência, como já não se faz mais hoje. Era até comum ter um “quarto de hóspedes” na casa, quando a visita vinha de outra cidade. E, ao receber o… Continuar lendo Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)
Memórias virtuais
Lembro que meu pai comprou um computador lá pra casa (porque precisava para trabalhar) quando eu tinha 9 anos de idade. Nenhum dos meus amigos mais próximos tinha, era uma grande novidade. Lembro da dificuldade de conseguir manejar o mouse no começo. De fazer desenhos num Paint com alguma firmeza. E que os únicos joguinhos… Continuar lendo Memórias virtuais