Vamos protestar

Já participei de alguns protestos e manifestações, como parte interessada ou cobrindo para o jornal (nesse último caso, foram muitas: Marcha da Maconha, Marcha contra a Maconha, Parada Gay duas vezes, protesto contra reitoria da USP e várias outras). Na maioria das vezes, impera o extremismo de um lado só. É a marcha dos donos… Continuar lendo Vamos protestar

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Homenagem ao melhor garçom do planeta

Anteontem dividi aqui no blog meu lema sobre sempre tentarmos exercer nossas profissões da melhor maneira possível, sejam elas quais forem. Aliás, já tinha tratado disso aqui, mais ou menos. Pois bem. Hoje eu queria homenagear uma pessoa que conheci aqui na Terra Cinza e que segue meu lema à risca. Já conheci muitos garçons… Continuar lendo Homenagem ao melhor garçom do planeta

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Um passo pra frente, outro pra trás, ambos pra cima

Hoje dei um grande passo na minha vida — mais um. Foi tão grande quanto o que dei ao sair de Beagá, largando minha família, meus amigos, meu emprego no Banco do Brasil e minha cidade do coração para trás e vim para a Terra Cinza, onde eu não conhecia ninguém, ficaria cinco meses sem… Continuar lendo Um passo pra frente, outro pra trás, ambos pra cima

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O pequeno pode ser grande…

Quando eu era criança, ganhei um livro que adorei e acho que ajudou muito na minha formação. “O Frio por ser Quente?“, de Jandira Masur. É possível lê-lo inteirinho no vídeo acima. A gente aprende, desde cedo, que tudo na vida é relativo. O grande pode ser pequeno, tudo depende do contexto. Foi com isso… Continuar lendo O pequeno pode ser grande…

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Gostim de infância

Só hoje descobri que a música “Kataí”, que minha mãe me ensinou a cantar quando eu ainda era uma criança, foi um “estouro”, um sucesso nas paradas dos anos 60. Eu achava que era só um trava-línguas, tipo cantiga de roda, sem autor específico, que nunca nem sequer tinha sido gravada. Hoje, ao ler uma… Continuar lendo Gostim de infância

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A história de uma ex-praça invisível

Conheci a praça Marechal Deodoro, em frente à estação de metrô homônima, pouco depois que me mudei para São Paulo (2008). Na época, ela era um local abandonado, mesmo de dia. À noite, ficava sempre escura e deserta, e eu morria de medo de passar por ali. Por isso, recebi com incredulidade a afirmação do… Continuar lendo A história de uma ex-praça invisível

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