Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa

Felicidade é sair do cinema (um filme muito melhor do que o nada que era esperado, prova de que Harrison Ford e Diane Keaton ainda têm muito charme e que jornalismo ainda é bom tema para filmes), pedir um sundae de Chokito e ganhar o triplo da calda de chocolate (quase metade do copinho) porque a lanchonete está fechando e não querem… Continuar lendo Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa

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Mais um ano.

Ri, sorri (fotogenicamente) Chorei (de acordar com duas bolas nos olhos) Quis morrer (e fiz poema, instead) Quis chegar aos cem (como a Maude e a Luísa) Fiz o bem (ou o tentei, sempre) Perdi amigos (que viraram em outras curvas) Dispensei outros (que mostraram não valer o título) Conquistei pessoas (mas me conquistaram em… Continuar lendo Mais um ano.

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Lacre na boca

Quantas horas uma pessoa consegue ficar em silêncio? Ontem eu me perguntava isso, enquanto lia, antes de dormir pela quarta vez no dia, com a boca cerrada há várias horas, escondendo um hálito provavelmente podre, exalado pela mucosa infeccionada da garganta. Tentei me lembrar quando havia falado algo, em voz alta, nesta segunda. Lembrei de… Continuar lendo Lacre na boca

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Quando lembro que a saliva existe

Eram 5h20 quando acordei, com um alarme no meu cérebro. Algo doía. O que era? Permanecia um restinho do sonho, algo a ver com a matéria que vou fechar hoje. Árvores. Dor. Abri um olho. Engoli a saliva. É isso, a saliva dói. A saliva dói? Senti ela se formando, na minha boca, e escorrendo… Continuar lendo Quando lembro que a saliva existe

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São Paulo sem Caos

A única coisa boa de ficar na Terra Cinza, a trabalho, em pleno Carnaval, é descobrir como seria esta cidade se tivesse seu caos organizado. Sem trânsito. Vazia. Silenciosa. Com um aspecto seguro. Com as pessoas desapressadas. Sem buzinas. Com o tempo correndo mais devagar. Com as sessões de cinema cheias. Com os parques e… Continuar lendo São Paulo sem Caos

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