Ontem levei minha família — mãe, irmã e cunhado –, de Minas, para conhecer alguns pontos turísticos de São Paulo, na região do centro. Na Duque de Caxias, em direção à Cracolând… ops, à Santa Ifigênia, passamos por dezenas de moradores de rua, dormindo no cimento da calçada, sob o sol das 9h30. Eles se… Continuar lendo Não nos acostumemos mais!
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
Bendito sonho bom
Na última noite meu subconsciente me recompensou pelo pesadelo da véspera. Sonhei que estava a caminho de uma praia misteriosa, com meu pai, minha mãe e minha irmã do meio. Chegando lá na cidade de nome difícil, que agora me fugiu totalmente, descobrimos que uma das casas era nossa, tinha sido dada de presente por… Continuar lendo Bendito sonho bom
Maldito sonho de terror
Estamos em alguma casa que não é a nossa. Algo que me diz que seria uma casa de praia, mas não sei de quem. Há beliches, muitas beliches. Está escuro. É noite alta, madrugada. Faz frio. Eu acordo o tempo todo, para ir cobrir alguém. Checo uma das minhas irmãs, jogo o lençol sobre ela.… Continuar lendo Maldito sonho de terror
Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa
Felicidade é sair do cinema (um filme muito melhor do que o nada que era esperado, prova de que Harrison Ford e Diane Keaton ainda têm muito charme e que jornalismo ainda é bom tema para filmes), pedir um sundae de Chokito e ganhar o triplo da calda de chocolate (quase metade do copinho) porque a lanchonete está fechando e não querem… Continuar lendo Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa
Mais um ano.
Ri, sorri (fotogenicamente) Chorei (de acordar com duas bolas nos olhos) Quis morrer (e fiz poema, instead) Quis chegar aos cem (como a Maude e a Luísa) Fiz o bem (ou o tentei, sempre) Perdi amigos (que viraram em outras curvas) Dispensei outros (que mostraram não valer o título) Conquistei pessoas (mas me conquistaram em… Continuar lendo Mais um ano.
Lacre na boca
Quantas horas uma pessoa consegue ficar em silêncio? Ontem eu me perguntava isso, enquanto lia, antes de dormir pela quarta vez no dia, com a boca cerrada há várias horas, escondendo um hálito provavelmente podre, exalado pela mucosa infeccionada da garganta. Tentei me lembrar quando havia falado algo, em voz alta, nesta segunda. Lembrei de… Continuar lendo Lacre na boca