Por Cristina Moreno de Castro (kikacastro)
Mineira de Beagá, escritora, jornalista desde 2007 (passagem por Folha de S.Paulo, g1, TV Globo, O Tempo etc), dona da empresa Kikacastro Comunicação desde 2022, blogueira há mais de 20 anos, amante dos livros, cinéfila, blueseira, atleticana, politizada, otimista, aprendendo desde 2015 a ser a melhor mãe do mundo para o Luiz. Autora dos livros A Vaga é Sua (Publifolha, 2010) e (Con)vivências (edição de autor, 2025). Antirracista e antifascista.
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O nome Noel Rosa me surpreendeu, nunca imaginei. Na altura dos meus 23 anos você me fez refletir sobre como chegar bem aos 27.
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Vixe, vc se surpreenderia ainda mais. Quando escrevi este post ontem, achei vários gênios que morreram com 18, 21, 23… Tipo Castro Alves, com 24. Acho que dá pra viver bem todos os dias, pra que possamos morrer com a consciência de termos aproveitado intensamente nossas vidas 🙂
Tipo naquele post: https://kikacastro.wordpress.com/2012/03/17/felicidade-revelada/
bjos
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Esses aí seguiram, talvez sem ao menos conhecer, o conselho do poeta britânico Lord Byron. Cito de memória: “Viva intensamente, morra jovem e seja um belo cadáver.” Você não precisa seguir o exemplo dele, que morreu aos 36 anos. Pode acompanhar, por exemplo, Tolstoy, que morreu com 82 anos e só aos 35 começou a escrever Guerra e Paz, que concluiu seis anos depois.
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É, quem sabe eu não escreva um belo romance em algum momento da vida, né?
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Que lindo!
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😀
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Acho que podemos dizer que esses artistas levaram no sentido literal a frase “sexo, drogas e rock ‘n roll”.
Percebi que muitas dessas imagens mostravam eles fumando e etc.
Pelo menos acreditamos que eles tenham vivido intensamente.
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Tomara!
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