Pequeno tijolo sobre a Melancolia

Vou me abster de dar uma nota ou mesmo comentar o filme Melancolia, do Lars von Trier, que fiquei doida pra ver por várias semanas e acabei de ver agora (enquanto escrevo, numa noite fria de quarta), porque, ao contrário de Dogville e Manderlay, que vi e já saí aplaudindo da sala de cinema, ainda… Continuar lendo Pequeno tijolo sobre a Melancolia

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Carta a deus (ou: uma humilde sugestão de morte)

Caro deus (peço licença para me referir ao senhor em letra minúscula, para que sua palavrinha, em quatro letras, possa abarcar todas as crenças em todas as entidades divinas e espirituais, e até mesmo as concessões filosóficas dos ateus e agnósticos que porventura calhem de ler este texto. O senhor não liga pra pormenores gramaticais,… Continuar lendo Carta a deus (ou: uma humilde sugestão de morte)

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Dia da Madrinha

Fica instituído que hoje, além de Dia dos Pais, é Dia da Madrinha. E não há notícia de madrinha melhor do que a minha. Pra começo de conversa, linda. Altona, esbelta, jovem, com longos cabelos pretos e um sorrisão de uma orelha à outra, que faz os olhinhos se espremerem como os de um japonês.… Continuar lendo Dia da Madrinha

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A sina de quem ousa desafiar a tela branca (ou: falta de inspiração aguda)

Sempre achei o fim da picada quando meus cronistas favoritos — Rubem Braga e companhia — escreviam sobre a falta de assunto para escrever. Ora, sempre há assunto para se escrever! Você é um cronista, porra! Não precisa de pauta. Sua matéria-prima é a vida. Basta abrir a janela e ver o vizinho batucando no… Continuar lendo A sina de quem ousa desafiar a tela branca (ou: falta de inspiração aguda)

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