Em 5 anos, Carnaval de BH quintuplica número de foliões

  Te convido a dar uma boa olhada neste gráfico aí em cima, feito por mim a partir de dados da Belotur. Repare que, em 2013, ano do “boom” do Carnaval de Belo Horizonte, a estimativa de público circulante (fluxo de pessoas) girava em meio milhão. Naquele ano, a estrutura que a prefeitura tinha montado era… Continuar lendo Em 5 anos, Carnaval de BH quintuplica número de foliões

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‘Sim, Papai Noel existe’: leia a carta escrita há 120 anos e que ainda comove

O outono se iniciava em Nova York naquele ano de 1897 quando chegou ao jornal “The Sun” uma carta escrita por uma garotinha de 8 anos, chamada Virginia O’Hanlon, que dizia: “Caro editor: eu tenho 8 anos de idade. Alguns dos meus amiguinhos dizem que não existe Papai Noel. Meu papai diz: ‘O que o… Continuar lendo ‘Sim, Papai Noel existe’: leia a carta escrita há 120 anos e que ainda comove

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Para que as crianças aprendam desde cedo a valorizar o cabelo que têm

Mais uma vez, me vi na obrigação de compartilhar aqui um dos textos da escritora e jornalista Sílvia Amélia. Ela escreveu sobre um assunto que já abordei aqui no blog: a importância de valorizarmos os diversos tipos de cabelos e pararmos com essa história (idiota) de que um tipo de cabelo é “bom” e o… Continuar lendo Para que as crianças aprendam desde cedo a valorizar o cabelo que têm

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O artista que espalha palhacinhos pelas ruas de BH

Já que falei aqui no blog, no último post, sobre os grafites de Beagá, vale a pena destacar hoje a ótima entrevista que o Beto Trajano (meu marido) fez com um dos meus grafiteiros favoritos: o Nilo Zack, que pinta palhacinhos pela capital mineira. Aí em cima tem uma foto que fiz de um dos… Continuar lendo O artista que espalha palhacinhos pelas ruas de BH

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‘Pelos direitos das meninas’, por Sílvia Amélia de Araújo

Tenho três sobrinhas e espero algum dia ainda ter o privilégio de ter uma filha. E quero ajudar a construir entre essas meninas da família, que são as mais próximas, a consciência de que podem ser livres. L-i-v-r-e-s. Para casarem ou não. Na igreja ou não. Para morarem sozinhas ou não. Para terem profissões em… Continuar lendo ‘Pelos direitos das meninas’, por Sílvia Amélia de Araújo

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