Aquela jovem de 26 anos, que trabalhava em um hospital e numa farmácia, tinha, na verdade, o sonho de se tornar escritora. Escreveu seu primeiro romance, com 223 páginas, e, sendo aquele o início do século 20, parecia chocante que aquela moça tivesse escrito, na verdade, um texto policial, com assassinatos cruéis, e daquela cabeça… Continuar lendo Três gênios desacreditados
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
Parte 2: A boa música que não está no eixo Rio-SP (nem no nicho das Leis de Incentivo)
Acabo de ler, no blog do músico e professor Alexei Michailowsky, um post que complementa direitinho meu post de ontem, que resolvi republicar aqui, tomando a liberdade de chamá-lo de “parte 2” do que escrevi. Os aprendizados e reflexões que estão surgindo sobre os grandes músicos lutadores do nosso Brasil chegam a ser emocionantes. Para quem gosta… Continuar lendo Parte 2: A boa música que não está no eixo Rio-SP (nem no nicho das Leis de Incentivo)
Esfinge, por Laerte
Vi esta HQ de Laerte logo que ela foi publicada pela primeira vez, em 2007. Achei arrebatadora. Dia desses eu estava lembrando dela e, com muito custo, consegui encontrá-la em um post de 2010 no blog de Andre Dahmer, criador do Malvados. Vamos guardá-la para sempre aqui nos arquivos deste blog, que nós merecemos, né… Continuar lendo Esfinge, por Laerte
O prédio que é toda uma cidade (e o fim da qualidade de vida)
Quando meus pais se mudaram para aquele prédio, eu tinha 6 anos de idade. Era o ano de 1991 e havia, em Belo Horizonte, uma frota total de apenas 479.805 veículos. O prédio não tem área de lazer, playground, essas coisas. Bom, mas tinha a garagem. E os vizinhos quase não tinham carros. Então todas… Continuar lendo O prédio que é toda uma cidade (e o fim da qualidade de vida)
De como não sentimos falta daquilo de que não precisamos
Todo santo dia eu ouvia minha colega dizer que tinha parado o carro “depois do orelhão”. Mas que orelhão é esse?, eu perguntava. É tão longe que você nunca deve ter visto ele, ela respondia, rindo, e ia lá buscar o carro. Quando era minha vez de buscar meu carro, algum tempo depois, minha memória… Continuar lendo De como não sentimos falta daquilo de que não precisamos
10 delicadezas para este domingo de sol
Já fizeram um cafuné em alguém ou algum bichinho hoje? Já observaram o céu azul-azul? Já escutaram as cigarras incansáveis da primavera? Já ouviram os passarinhos? Já dançaram com aquele samba bom tocando na rádio? Já se prepararam pra receber a família no lanche da tarde? Já disseram “eu te amo” pra alguém importante neste… Continuar lendo 10 delicadezas para este domingo de sol