Sejamos bobos!

Outro dia acabei de ler o “Correspondências“, de Clarice Lispector (ed. Rocco, 331 págs.), que minha amiga Natália Paiva emprestou. É um apanhado de cartas que a escritora enviou e recebeu de diversas pessoas, entre 1941 (quando ela tinha apenas 21 aninhos) e 1977, ano em que morreu. Por pessoas, leia gente do calibre de… Continuar lendo Sejamos bobos!

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Mãe

Já que minha mãe foi uma das personagens do post que escrevi ontem, o que me obrigou mais tarde a descrevê-la melhor em um comentário gigante no mesmo post, pensei em hoje trazer para cá um poema que escrevi em 2007, em que consegui juntar algumas das características que minha mãe possui. Foi a forma… Continuar lendo Mãe

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As mulheres e a Idade Média do século 21

Hoje leio a manchete da Folha sobre declaração da futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres: “Nova ministra diz que mulher não é obrigada a ter filhos”. À primeira vista, me parece uma manchete muito fraca, por óbvia. Mas aos poucos cai minha ficha que ainda vivemos num mundo excepcionalmente machista e conservador.… Continuar lendo As mulheres e a Idade Média do século 21

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Choro

O céu de São Paulo derrete. Cai todo sobre nossas cabeças Qual lágrimas dos olhos dos pobres, que perdem tudo. Qual cera das velas dos crentes, que rezam mortos das enchentes. O céu derretido ocupa as ruas Carrega os carros Calibra os rios Desaba as casas Enfada os ricos com as notícias repetidas as estatísticas,… Continuar lendo Choro

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Nada como um domingo depois do outro

A melhor coisa das férias é perder a noção do tempo (aliás, uma boa forma de fazer isso é parando de ler jornal, mas nestas microférias estou relutando em fazer isso). E você percebe que finalmente conseguiu se desligar da tomada e desestressar quando consegue passar horas inteiras deitada na cama lendo um livro, ou… Continuar lendo Nada como um domingo depois do outro

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Chuva e cachoeira, nem na Serra do Cipó

Hoje estava tudo certo para eu ir a um dos meus lugares favoritos no planeta – a Serra do Cipó – mas fui surpreendida por esse céu maravilhoso, que teria me feito achar que estava em São Paulo, se meu pai não tivesse me acordado. A Serra do Cipó é um lugar paradisíaco a pouco… Continuar lendo Chuva e cachoeira, nem na Serra do Cipó

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