A coisa mais legal de ser mãe: reviver meu lado criança

Dia desses, talvez influenciada pela Semana das Crianças, cheguei a uma conclusão sobre o que é a coisa mais legal de ter virado mãe: o mais legal de ter um filho é poder voltar a viver a infância!

Quando eu era criança, não queria crescer de jeito nenhum. Meu pai me apelidou de Peter-Pana, porque eu queria ser criança para sempre, vivendo na Terra do Nunca da minha imaginação fértil. Sempre gostei de brincar — brinquei de bonecas até os 15 anos, quando os hormônios e a pressão social já começaram a pesar. Mas brinco muito até hoje, já falei sobre isso aqui.

A diferença é que, com um filho pequeno, posso brincar MUITO MAIS! Logo depois do café da manhã, sento com o Luiz no chão da sala e brincamos de tudo: carrinho, pianinho, de jogar as coisas no chão, de guardar os brinquedos menores na latinha do Galo, de cantar, bater palminhas, olhar as figuras dos livros enquanto faço sons engraçados, rolar a bola grande, esconder e achar de novo, e mais uma infinidade de invencionices deliciosas. As gargalhadas que o Luiz dá e a carinha de surpresa, espanto, concentração, esforço, encantamento ou felicidade (são carinhas fofas que se alternam) tornam esse momento ainda mais divertido!

Depois que volto do trabalho, mais uma sessão de brincadeiras mil, mas desta vez com um ritmo menos frenético (porque é melhor o Luiz ir desacelerando no fim do dia, e porque já estou cansada). No fim de semana e em feriados, nem se fala. É o dia inteirinho brincando, com pequenos intervalos para as sonecas.

E fico pensando: vai ficar cada vez melhor, à medida que meu bebê for crescendo. Porque os jogos vão ficando mais interessantes, complexos, instigantes, desafiadores, até chegar o momento em que o Luiz vai me dar um xeque-mate no xadrez (ou não: joguei milhões de vezes com meu pai e só conquistei um xeque-mate e um empate; em todas as outras vezes, perdi de lavada).

Vou curtindo cada fase sem pressa, porque sei que a vida já corre por si só, mas cheia de expectativa pelas milhares de brincadeiras que eu e Luiz ainda vamos inventar juntos. Duas crianças: o filhinho e a mamãe Peter-Pana.

Definitivamente, esta é a parte mais incrível e divertida de ser mãe…! 😀

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