Que feche a porta de 2013, o ano das muitas histórias

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Mais um ano fecha as portas. Bum! Ou rangendo, com mais delicadeza — nheeeem –, devagarinho. Como queiram. Mas lá se vai 2013, virando a esquina. Hora da gente pensar em tudo o que viveu, pra botar a memória pra funcionar e lembrar, que, sim, eu vivi!

2013 foi um ano bão demais da conta. Se fecho o olho pra fazer esse exercício de rememória, não me vem nada de gravemente negativo. Só coisas alegres, de tons coloridos, com trilha sonora animada. O clima em geral estava bom, alto astral. Conheci pessoas bacanas. Comecei a trabalhar num lugar diferente, agradável. Acordo e durmo todos os dias ao lado de um grande amor, desses que parecem personagem de filme, diversão garantida. Vejo minha família quando quero, no mínimo uma vez por semana, com direito a muitos abraços nos meus queridos pais e muitas risadas com as sobrinhas, que agora observo crescerem. Teve viagens, passeios, amigos por perto, mineirices.

Bão demais, já disse.

E o noticiário foi tudo o que um jornalista pediu a deus. Não necessariamente bom, mas agitado, como a gente quer. Quem imaginaria ver tanta gente reunida em tantas ruas, durante um mês inteiro do ano, como foi em junho? Quem imaginaria ver políticos de alto escalão presos após um julgamento em que foram efetivamente condenados por crimes graves de corrupção (serão um ponto fora da curva ou um início de nova era? Veremos em 2014)? Quem imaginaria ver o Galo campeão das Américas? E um papa renunciando (e um argentino assumindo no lugar?)?

Foi, sobretudo, um ano de grandes histórias. O que significa que também houve grandes pessoas para contá-las ou vivê-las. Prato cheio para qualquer bom repórter.

Algumas dessas histórias percorreram este blog. Como a das mineiras que lutaram para trazer Paul McCartney a Beagá. E a do índio que virou médico. E o médico cubano que foi sabotado por colegas brasileiras. Também teve a singela história da mulher que morreu tentando salvar uma flor. E a mulher que se expôs tentando salvar um possível amor. Também teve o senhor que infartou, pensando estar salvando a filha de bandidos (mas era um trote infeliz). Teve a linda Miss América que quebrou um tabu. E o homem que enfrentou o poderoso governo norte-americano e se tornou um herói mundial. Teve o Amarildo, que deu cara e nome a milhares de desaparecidos da democracia, e virou um herói nacional. Mas o mais misterioso foi o homem (ou mulher?) que preferiu não buscar os R$ 23 milhões que havia ganhado na Mega Sena.

Assim chegamos ao fim de mais um ano, com tantas histórias e pessoas para torná-lo especial, vivo, pulsante. Que o novo ano, que logo vai amanhecer em nossas janelas, chegue de mansinho, sem sustos ou ventania, mas pleno de gás para oxigenar nossa vida. Que novos amores surjam, que novos bebês nasçam, que novos amigos se conheçam, que novos encontros e esbarrões aconteçam — vida que segue!

Feliz 2014 para todos, com direito a muitas histórias divertidas para viver, registrar, contar e, no futuro, querer relembrar 😀

portaabre

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4 comentários sobre “Que feche a porta de 2013, o ano das muitas histórias

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