Policiais-bandidos* = bandidos

Já falei aqui do trabalho do meu amigo André Caramante e das consequências de fazer jornalismo corajoso e sério como o que ele faz, numa área delicada como a segurança pública. Terminei aquele post dizendo: “O que me exaspera é saber que as ideias do coronel são compartilhadas por centenas de pessoas.” E são mesmo.… Continuar lendo Policiais-bandidos* = bandidos

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De bandidos e “bandidos”

Só jornalista tem o hábito de ler o nome do repórter que assina uma matéria. Os demais mortais vão direto da foto pro título pro olho pro lide e, lá pelo quarto parágrafo, se tanto, costumam já pular para a próxima reportagem. Mas quando eu ainda não era nem rascunho de jornalista, tinha lá pelos… Continuar lendo De bandidos e “bandidos”

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O caso do delegado torturador

Texto de José de Souza Castro: Leio no jornal “O Tempo” que um delegado da Polícia Civil de Minas Gerais acusado de torturar presos para arrancar confissões vai cumprir pena em cela individual na Penitenciária Dutra Ladeira. Ele teme ser assassinado se ficar junto de outros presos. É o delegado Marco Túlio Fadel Andrade, que… Continuar lendo O caso do delegado torturador

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Sobre como eu queria saber proteger seu Antonio

Hoje vou sonhar com o seu Antonio. Ele me apareceu todo ensanguentado. Debaixo dos olhos, onde a ruga da olheira se firma depois de certa idade. No nariz. Nos lábios. A manga da blusa rasgada. “Fui espancado.” A informação já despertaria toda a minha compaixão vinda de qualquer pessoa, mas ainda mais daquele senhor frágil,… Continuar lendo Sobre como eu queria saber proteger seu Antonio

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A noite em que me vi num tiroteio (aleatório e banal, desses que ocorrem todas as noites em São Paulo)

Estou voltando de uma pauta, quase 23h desta quarta-feira, no carro do jornal. Passamos por ruas bonitas do Butantã e dos Jardins, com suas mansões para todos os gostos. Ruas escuras e desertas, em sua maioria. Eis que, na rua Estados Unidos, passam dois sujeitos correndo. — Pum! Sou meio lerda para perceber essas coisas,… Continuar lendo A noite em que me vi num tiroteio (aleatório e banal, desses que ocorrem todas as noites em São Paulo)

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“Sarney não teve tanto poder nem no governo dele”

Eu ia escrever sobre como é chocante que até hoje o Sarney tenha tanto poder, a ponto de submeter o governo Dilma a esse vexame chamado Pedro Novais e depois a esse outro vexame que foi a troca por um desconhecido chamado Gastão Vieira, do mesmo Maranhão e da mesma trupe de Sarney, mas Ricardo… Continuar lendo “Sarney não teve tanto poder nem no governo dele”

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