Dos dois tipos de seres humanos que existem

Parei o carro num posto de gasolina perto da saída da cidade, para ouvir as pessoas que iam enfrentar o congestionamento em busca de um descanso distante durante o feriado. Abordei os motoristas educadamente, sempre me apresentando como repórter e perguntando se eles queriam dar entrevista. A maioria (se não todos) foi muito solícita, riu… Continuar lendo Dos dois tipos de seres humanos que existem

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De bandidos e “bandidos”

Só jornalista tem o hábito de ler o nome do repórter que assina uma matéria. Os demais mortais vão direto da foto pro título pro olho pro lide e, lá pelo quarto parágrafo, se tanto, costumam já pular para a próxima reportagem. Mas quando eu ainda não era nem rascunho de jornalista, tinha lá pelos… Continuar lendo De bandidos e “bandidos”

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Mais análise do meu pai

Quem está acostumado a ler os artigos do meu pai (o jornalista José de Souza Castro) aqui no blog — e deve estar sentindo falta, por serem bem melhores que os meus posts — agora terá mais um lugar para acompanhá-los. Ele começou a escrever os editoriais do jornal mineiro “Hoje em Dia”, que lançou… Continuar lendo Mais análise do meu pai

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Jornalices hilárias

Já falei aqui do tumblr da Alice, do Renato Russo e do This Isn’t Happiness, dentre outros. São todos ótimos, às vezes hilários, ou com boas sacadas. Mas hoje, como diz minha colega Ju Granjeia, achei um tumblr “para chamar de meu”. O Jornalices mostra todas as “jornalices” do mundo das Redações e capta direitinho… Continuar lendo Jornalices hilárias

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Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

Sempre fui defensora da resistência do jornal impresso diante de novas mídias. Ele pode até perder uma fatia do público, mas vai continuar firme e forte por vários anos, como o rádio e até a já idosa TV — era o que eu sempre dizia. Mas uma conversa no táxi ontem me desiludiu: — Você… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

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quatro anos

Ontem fiz quatro anos de Terra Cinza. A cidade me homenageou à altura: acordei com o maior solão e logo depois o tempo fechou, tudo ficou cinza e começou a chover-chover-chover por várias horas. Hoje é dia de fazer um balanço na vida. Se até o Econ 24 horas perto de casa, que nunca fecha,… Continuar lendo quatro anos

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