Para pegar na locadora: MINHA VIDA SEM MIM (My Life Without Me) Nota 9 – crítica escrita em 24/07/2004 “Não existem pessoas normais”. Realmente, é difícil conceituar o normal. Cada pessoa reage diferentemente a algum acontecimento da vida, e é isso que nos torna tão humanos. Talvez a normalidade exista não nas pessoas, mas na… Continuar lendo A jangada em nossas camas
Discutindo o monopólio das comunicações
texto de José de Souza Castro: Quantos tomaram conhecimento, nos principais jornais e nas redes de televisão e rádio, da existência de três ações diretas de inconstitucionalidade por omissão (ADO) contra o Congresso Nacional que, passados mais de 22 anos, ainda não regulamentou os artigos da Constituição de 1988 que tratam da comunicação social? Eu sou… Continuar lendo Discutindo o monopólio das comunicações
Depois do silêncio, a música
De como pássaros podem ser realmente musicais: Convenhamos: sensacional, né? 😀
Silêncio
De repente, fez-se silêncio Por mais barulho – de carros e gritos – no mundo, reinava o silêncio. Com aquele barulho incômodo de silêncios, Típico, Um zumbido patológico, Uma tensão. Uma carga elétrica audível do silêncio. O mundo inteiro estranhou: toca-se o silêncio. Era palpável, cheirável, sentido. Tinha uma coloração prateada. Para contorná-lo,… Continuar lendo Silêncio
De crioulos e negros
Outro dia escrevi aqui sobre racismo e esse assunto vai ser freqüente no blog, porque gosto muito de bater nessa questão malresolvida do Brasil. E justamente por eu gostar tanto de discutir a igualdade de direitos para todas as raças sociais e o acesso à oportunidades para os negros é que acho ridícula a censura… Continuar lendo De crioulos e negros
Um brinde e até breve, Belas Artes!
Quando você muda de cidade, fica um tempo razoável (às vezes dois meses, às vezes um ano) meio perdida, meio outsider, flutuante numa realidade paralela. É tipo aquele povo que muda pra Europa e fica fazendo as contas em reais, achando tudo absurdamente caro. A gente começa a se habituar (até perceber que todas as… Continuar lendo Um brinde e até breve, Belas Artes!