Virada sem muvuca

Li os jornais de hoje contando como a Virada Cultural teve confusão, muvuca e problemas para atender o público, principalmente na parte gastronômica. Bom, a minha não teve nada disso. E acho que cada um faz a Virada que quer 🙂 Justamente para fugir da muvuca e não cansar muito — porque, como eu disse,… Continuar lendo Virada sem muvuca

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Aquecimento global, uma farsa?

Texto de José de Souza Castro: Nada mais polêmica, às vésperas da Rio+20, do que a entrevista do professor de climatologia da USP Ricardo Augusto Felício ao Programa do Jô, na Rede Globo. Entre outras coisas, ele afirma que a influência do desmatamento no clima global é inexistente, bem como o efeito estufa e a… Continuar lendo Aquecimento global, uma farsa?

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O melhor da Virada Cultural

Desde que cheguei a São Paulo, não perdi nenhuma Virada Cultural. Ali vi dois shows dos Mutantes e um dos Novos Baianos, duas das minhas bandas brasileiras favoritas. Também vi Buena Vista Social Club e Cesaria Evora. Ouvi a Gal Costa. O John Lord (Deep Purple) tocando com a orquestra de São Paulo. Geraldo Azevedo… Continuar lendo O melhor da Virada Cultural

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Mais uma noite a menos de vida…

Barulhos noturnos Tic tic tic tic Em algum lugar perto do meu olho esquerdo eu sinto esse estalar.   Tic tac tic tac tic tac O relógio é insistente e incômodo. Minha insônia, como louca, me incorpora cada poro está aceso, está em guarda.   Toc toc toc toc: o coração compassado com os segundos… Continuar lendo Mais uma noite a menos de vida…

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Pintou sujeira

Texto de José de Souza Castro: “Memórias de uma guerra suja”. A existência desse livro, que será lançado pela editora Topbooks, foi revelada nesta quarta por Tales Faria, do iG, e está bombando na Internet. A notícia pode ser lida, por exemplo, AQUI. Conheci um dos autores, Rogério Medeiros, na década de 1970, quando ele… Continuar lendo Pintou sujeira

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Teologia infantil

Ontem fui procurar o poema que escrevi para Maria e, embora não tenha encontrado (estava no primeiro caderninho de poemas), achei meu segundo caderninho de poemas, escritos entre 1994 e 1997. Um deles me chamou a atenção, porque refletia sobre vida após a morte e deus, e foi escrito quando eu tinha 12 anos: Existe céu?… Continuar lendo Teologia infantil

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