A saga do Galo na Libertadores, em 13 estrofes

1 Começou desacreditado Desde 71, coisa e tal Independência lotado Contra o São Paulo maioral. Junior César machuca, Ronaldinho “goleia” Rogério E o 2 a 1 começa assim Com pegadinha levada a sério. 2 Depois, em duas semanas Desta vez fora de casa, aquela virada que amamos Arsenal, 2; 5, a Massa. 3 Os “mais… Continuar lendo A saga do Galo na Libertadores, em 13 estrofes

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A idade de ser nós mesmos

Tenho lido a obra completa de Paulo Leminski, tardiamente. Faço isso lentamente, às vezes voltando aos poemas anteriores, para relê-los com cuidado, sorvê-los com calma. Às vezes tenho postado um ou outro desses poeminhas no meu Facebook, como que a gritá-los aos quatro ventos, assinando embaixo. Afinal, fazia já um tempo que eu não lia… Continuar lendo A idade de ser nós mesmos

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Um poema em homenagem aos que gritam

Lindo texto do talentoso poeta Fabrício Corsaletti, que, para minha honra, já foi meu professor de literatura: “BALADA A FAVOR DAS ÚLTIMAS MANIFESTAÇÕES a favor dos sem partido sem dinheiro pra passagem a favor dos estudantes emperrando as engrenagens a favor de uma garota que tinha um olhar selvagem e carregava um cartaz escrito apenas “CORAGEM”… Continuar lendo Um poema em homenagem aos que gritam

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Mais um passaralho

Lá vem mais um passaralho Movimentando a Redação Boatos, cochicho, azia, Cada dia mais tensão.   O próximo será quem? Nunca se sabe ao certo. O critério é manter refém Aquele que é mais esperto.   E vai o salário alto, E o último prêmio Esso O que derrubou ministro O inconformado confesso.   Um… Continuar lendo Mais um passaralho

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Quadrilha

Famílias culpam prefeito, que culpa banda, que culpa boate, que culpa deus* – que, certamente, culpará o diabo. Mas o diabo é que 231 (ou mais) morreram, sem culpa nenhuma.   Não há desculpa. ### * Atualização em 30/1: A boate agora também culpa os bombeiros.

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Ouvido

Enquanto o assunto mais interessante do mundo entra pelo ouvido esquerdo o barulho da chuva invade, da janela, o ouvido direito. E chove na minha cabeça pingaroando nas idéias me carregando, sem guarda-chuva, pro mar menos denso dos pensamentos. A chuva, esperta, penetra a cabeça, alcança o ouvido esquerdo e bloqueia o pesado assunto (que… Continuar lendo Ouvido

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