Talvez vocês ainda se lembrem que comprei um tênis da Olympikus e, três meses depois, ele estava com o solado completamente solto. E aí os de melhor memória talvez também se lembrem que entrei em contato com o SAC da Vulcabrás, fabricante do produto, que, além de demorar vários dias para responder a cada email,… Continuar lendo SAC da Olympikus parece piada: DOIS meses e meio e vem o tênis errado!
Categoria: Memórias
Dia da Madrinha
Fica instituído que hoje, além de Dia dos Pais, é Dia da Madrinha. E não há notícia de madrinha melhor do que a minha. Pra começo de conversa, linda. Altona, esbelta, jovem, com longos cabelos pretos e um sorrisão de uma orelha à outra, que faz os olhinhos se espremerem como os de um japonês.… Continuar lendo Dia da Madrinha
Viagem ao tempo dos bondes
Na época que fiz esta matéria sobre o último bonde de São Paulo, visitei o Museu dos Transportes, vinculado à SPTrans, para entrevistar seu diretor e coletar dados sobre a história dos bondes no Brasil. Na ocasião, aprendi um monte de coisas sobre aquelas máquinas que eram ecologicamente corretas e chegavam a alcançar 60 km/h… Continuar lendo Viagem ao tempo dos bondes
Qual o seu nome mesmo?
Sempre tive problema para lembrar os nomes dos outros. (As fisionomias também, o que me torna a pior repórter do planeta, mas elas serão tema de um post à parte.) Às vezes até me lembro, mas muuuuito depois que a pessoa já soltou seu “Oi, Cris!” — e eu tive que responder com um daqueles… Continuar lendo Qual o seu nome mesmo?
Sete anos depois, o fim do Orkut
Não tenho como jurar, mas é quase certo que criei minha conta no Orkut em junho de 2004. Há, portanto, sete anos. Alguns amigos descriaram suas contas no meio-tempo, voltaram, ou não voltaram, e eu fiquei com a mesmíssima conta durante todo esse tempo, inclusive com poucas modificações no perfil, nas comunidades e tudo o… Continuar lendo Sete anos depois, o fim do Orkut
Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)
Bem, pra tentar provar aos escombros do meu cérebro que eu vivo, sim, há exatos 26 anos, dois meses e alguns dias de vida, decidi fazer um churrasquinho de neurônios aqui e tentar encontrar minhas primeiras memórias perdidas nessa amnésia infantil ingrata. Voilá: eu com catapora sentindo muita coceira nas costas e, pra tentar amenizar,… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)