Memória é um trem engraçado. A minha lembra direitinho, como se fosse ontem, meu pai relatando que, naquele dia, há vários anos, ele estava dirigindo por uma rua da Savassi, bairro movimentado (de carros e de pedestres) em Beagá, quando viu uma faixa de pedestres sem semáforo. Viu também que havia trocentos pedestres à espera… Continuar lendo A surpresa dos patetas na faixa de pedestres (e o futuro no País das Maravilhas?)
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
Pingos nos is com o vizinho de baixo (fim desta novela?)
Seguindo o conselho da Larissa e do José Américo, decidi que hoje eu encararia de vez o vizinho de baixo. Cheguei a fazer uma carta, mais educada que os dois posts-desabafo neste blog, mas decidi que o melhor era ir até o apartamento dele, acompanhada do zelador, e me apresentar. Interfonei da portaria e ele… Continuar lendo Pingos nos is com o vizinho de baixo (fim desta novela?)
Carta a um vizinho lunático
Prezado senhor vizinho de baixo, Venho mais uma vez falar com o senhor, mas desta vez com ruga de preocupação fincada na minha testa em relação à sua saúde mental. Está tudo bem? Tem tomado os remédios direitinho? Algo tem te deixado estressado? Pois tenho que te dizer que achei preocupante receber mais uma vez… Continuar lendo Carta a um vizinho lunático
Sina
No amor é azarada: sempre a pessoa certa, mas sempre na hora errada.
Carta a deus (ou: uma humilde sugestão de morte)
Caro deus (peço licença para me referir ao senhor em letra minúscula, para que sua palavrinha, em quatro letras, possa abarcar todas as crenças em todas as entidades divinas e espirituais, e até mesmo as concessões filosóficas dos ateus e agnósticos que porventura calhem de ler este texto. O senhor não liga pra pormenores gramaticais,… Continuar lendo Carta a deus (ou: uma humilde sugestão de morte)