Outro dia minha mãe, que é muito antenada com novas modas, deixou escapar que estava querendo comprar um elefante indiano, de decoração, para colocar na mesa da sala, com o traseiro voltado para a porta. Diz que atrai fortuna (só não sei por que o bumbum tem que estar posicionado assim). No aniversário dela, eu… Continuar lendo Elefantes com o bumbum pra porta
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
A noite em que conheci Washington
Cruzei com Washington nesta noite, numa esquina deserta e escura, enquanto ele fuxicava nos sacos de lixo do poste e eu andava com meus passos rápidos de sempre, olhando para o chão. — Tia, me dá um trocado? Me virei e olhei bem para ele. Esmirradinho, bem magro, pele negra, cabelo já precisando de um… Continuar lendo A noite em que conheci Washington
O não-bairro de São Paulo
Toda vez que vou ao Morumbi me pergunto como uma cidade produziu um bairro com tão pouca cara de bairro. Não há sequer uma padaria na esquina, ou um sacolão no quarteirão seguinte. A consequência disso é que não se vê um pedestre sequer. Todos fazem tudo de carro por ali. As ruas ficam desertas… Continuar lendo O não-bairro de São Paulo
Um mundo de escolhas inúteis
Minha profissão me ensinou a perguntar muito, mas não sou acostumada a responder. Hoje, dia de folga, me dei conta de que vivemos num mundo com cada vez mais respostas a dar, o que implica em alternativas e escolhas a todo momento. Vejam, por exemplo, quando fui ao cinema: — Por favor, uma inteira para… Continuar lendo Um mundo de escolhas inúteis
Mude e Marque
Ainda no clima de reflexões sobre a vida, provocado pelo aniversário, posto aqui um texto que li em 2004 e que achei bem interessante na época, principalmente porque adoro essas divagações sobre como o tempo é percebido pelo nosso cérebro. Parece que foi escrito pelo conferencista Aldo Novak: “O tempo por meio da observação dos… Continuar lendo Mude e Marque
Homenagem aos que viveram intensamente até os 27
Não quero ser como eles porque pretendo chegar aos 28, mas admiro cada um por tudo o que produziram em tão pouco tempo 😀 Que sirvam de inspiração a todos nós, recém-27 😀