Elefantes com o bumbum pra porta

Outro dia minha mãe, que é muito antenada com novas modas, deixou escapar que estava querendo comprar um elefante indiano, de decoração, para colocar na mesa da sala, com o traseiro voltado para a porta. Diz que atrai fortuna (só não sei por que o bumbum tem que estar posicionado assim). No aniversário dela, eu… Continuar lendo Elefantes com o bumbum pra porta

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A noite em que conheci Washington

Cruzei com Washington nesta noite, numa esquina deserta e escura, enquanto ele fuxicava nos sacos de lixo do poste e eu andava com meus passos rápidos de sempre, olhando para o chão. — Tia, me dá um trocado? Me virei e olhei bem para ele. Esmirradinho, bem magro, pele negra, cabelo já precisando de um… Continuar lendo A noite em que conheci Washington

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O não-bairro de São Paulo

Toda vez que vou ao Morumbi me pergunto como uma cidade produziu um bairro com tão pouca cara de bairro. Não há sequer uma padaria na esquina, ou um sacolão no quarteirão seguinte. A consequência disso é que não se vê um pedestre sequer. Todos fazem tudo de carro por ali. As ruas ficam desertas… Continuar lendo O não-bairro de São Paulo

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Mude e Marque

Ainda no clima de reflexões sobre a vida, provocado pelo aniversário, posto aqui um texto que li em 2004 e que achei bem interessante na época, principalmente porque adoro essas divagações sobre como o tempo é percebido pelo nosso cérebro. Parece que foi escrito pelo conferencista Aldo Novak: “O tempo por meio da observação dos… Continuar lendo Mude e Marque

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