Música para os casais que brigam muito

Enquanto minha inspiração não vem (ela sumiu desde quinta), deixo vocês com uma musiquinha muito divertida, que compara os sotaques americano e britânico e simboliza as pequenas diferenças entre casais, que podem levar à separação ou à adaptação… Ela foi escrita por George Gershwin e a versão abaixo é do maravilhoso duo Ella Fitzgerald e… Continuar lendo Música para os casais que brigam muito

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O emprego

Somente há um mês atrás fui conhecer o genial curta de animação abaixo, feito em 2008 na Argentina, e já vencedor de mais de cem prêmios internacionais. “O Emprego” suscita questões das mais diversas, da exploração do trabalho à “maquinização” dos homens, do relacionamento familiar distante ao excesso de hierarquização nos empregos. Nos faz questionar,… Continuar lendo O emprego

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Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

Sempre fui defensora da resistência do jornal impresso diante de novas mídias. Ele pode até perder uma fatia do público, mas vai continuar firme e forte por vários anos, como o rádio e até a já idosa TV — era o que eu sempre dizia. Mas uma conversa no táxi ontem me desiludiu: — Você… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

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Teologia infantil

Ontem fui procurar o poema que escrevi para Maria e, embora não tenha encontrado (estava no primeiro caderninho de poemas), achei meu segundo caderninho de poemas, escritos entre 1994 e 1997. Um deles me chamou a atenção, porque refletia sobre vida após a morte e deus, e foi escrito quando eu tinha 12 anos: Existe céu?… Continuar lendo Teologia infantil

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(A vantagem de dias cinzas (como os de hoje e ontem) é que nos incentivam a ficar debaixo das cobertas (lendo um livro que há muito queríamos, revendo filmes que marcaram nossa infância (como a linda fábula “Edward Mãos de Tesoura”), fazendo nada além de pensar na vida e descansar). Sem aquela obrigação social de… Continuar lendo ( )

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Por que aqui é Terra Cinza

Acordei hoje, no meio de um sonho bizarro que ficou sem fim, com aquele despertador cuja música já não aguento mais ouvir — e estava tudo escuro. Uai, horário de verão? Nada, já estamos em abril, lembrei. E já eram 7h10. Fui à janela da sala, onde bate mais luz. Eca, a mesma coisa. Aquela… Continuar lendo Por que aqui é Terra Cinza

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