O corpo e, mais especificamente, o cérebro da gente sempre me surpreende. Imaginem vocês que, até poucos dias atrás, minha rotina era a seguinte: ia dormir entre 1h e 2h da madrugada, acordava entre 9h e 10h da manhã, tinha os momentos de lazer, de dona de casa e de blogueira até umas 15h, e… Continuar lendo Novo fuso horário
Tag: cérebro
Você ainda se lembra de como sonhar?
Desde pequena, eu sonho muito. E não é raro eu me lembrar de vários detalhes dos meus sonhos. Eles às vezes são pesadelos cruéis, às vezes são repetições ansiosas de preocupações com coisas do dia (como um trabalho pendente), às vezes se concretizam em gestos do lado de cá da consciência (o sonambulismo) e, noutras… Continuar lendo Você ainda se lembra de como sonhar?
Elefantes com o bumbum pra porta
Outro dia minha mãe, que é muito antenada com novas modas, deixou escapar que estava querendo comprar um elefante indiano, de decoração, para colocar na mesa da sala, com o traseiro voltado para a porta. Diz que atrai fortuna (só não sei por que o bumbum tem que estar posicionado assim). No aniversário dela, eu… Continuar lendo Elefantes com o bumbum pra porta
Cabeça ruim
Minha cabeça está ruim desde sábado. Vou fazer uma breve paralisação no blog, espero que breve mesmo, coisa de um ou dois dias. Acho que estou influenciada pela leitura de um livro sobre o funcionamento do cérebro, que fez com que eu pensasse em mil coisas. Estou filosófica e também meio triste. Pelo menos quando… Continuar lendo Cabeça ruim
Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)
Bem, pra tentar provar aos escombros do meu cérebro que eu vivo, sim, há exatos 26 anos, dois meses e alguns dias de vida, decidi fazer um churrasquinho de neurônios aqui e tentar encontrar minhas primeiras memórias perdidas nessa amnésia infantil ingrata. Voilá: eu com catapora sentindo muita coceira nas costas e, pra tentar amenizar,… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)
Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)
A última edição do caderno Equilíbrio, da Folha, abordou um assunto que sempre me intrigou: onde vão parar nossas memórias de quando temos cinco anos pra baixo? Por que não podemos simplesmente registrá-las, como fazemos em qualquer época da vida? Todos os pesquisadores, embora tenham explicações diferentes para o fenômeno, são unânimes ao concordar que… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)