Três gênios desacreditados

Aquela jovem de 26 anos, que trabalhava em um hospital e numa farmácia, tinha, na verdade, o sonho de se tornar escritora. Escreveu seu primeiro romance, com 223 páginas, e, sendo aquele o início do século 20, parecia chocante que aquela moça tivesse escrito, na verdade, um texto policial, com assassinatos cruéis, e daquela cabeça… Continuar lendo Três gênios desacreditados

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“Algo muito grave vai acontecer”

Como prometi no post de ontem, segue um trecho do discurso “Como comecei a escrever”, que Gabriel García Márquez fez em 1970, que contém, dentro de si, um romance inteiro em forma do seguinte conto: Imaginem um povoado muito pequeno, onde existe uma senhora velha que tem dois filhos, um de dezessete e uma filha… Continuar lendo “Algo muito grave vai acontecer”

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Quando até discurso é bom de ler

A Ana Paula, de quem tanto já falei por aqui, me emprestou o livro acima com bastante propaganda. “É muito legal!”. E disparou a contar uma história sensacional que é contada logo no começo do livro, que depois reli como se tivesse sabendo dela pela primeira vez, de tão genial. Gabriel García Márquez é genial… Continuar lendo Quando até discurso é bom de ler

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Quem avisa, amigo é (votaram no Itamar, assumiu o Zezé)

Os leitores deste blog leram meu desabafo no dia 2 de julho de 2011, dia da morte de Itamar Franco. Não escrevi aqui no blog lamentando o falecimento, biografando o ex-presidente ou algo do gênero. O que lamentei, profundamente, de chorar pitangas, foi a posse do primeiro suplente, Zezé Perrela. Não lembram não, pessoas desmemoriadas?… Continuar lendo Quem avisa, amigo é (votaram no Itamar, assumiu o Zezé)

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“A presidenta está?”, perguntou a parenta

Depois a presidenta foi ao restauranto e reclamou com a gerenta porque o chefo de cozinha tinha carregado na pimenta! Foi aplaudida de pé por outras clientas 😀 *** (Sério, sei que é uma decisão política ou, mais que isso, ideológica. Mas não me importo. Continuarei achando que “presidente”, “gerente”, “superintendente”, “servente”, “paciente”, “cliente” “parente”,… Continuar lendo “A presidenta está?”, perguntou a parenta

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A primeira vez que me identifiquei com um anúncio de jornal

Foi o melhor texto da edição da “Folha de S.Paulo” de anteontem, tanto que recortei para guardar de lembrança. Claro que não me comoveu nem um pouco a proposta do anunciante (uma agência de publicidade), mas tenho certeza que muitas “Crises” pelo Brasil afora gostaram de ler uma referência tão simpática a seu apelido na… Continuar lendo A primeira vez que me identifiquei com um anúncio de jornal

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