Tem gente que coleciona chaveiros,

cartões-postais, ímãs de geladeira, caixinhas de música, moedas, fotografias, selos, rolhas de vinho, camisas de futebol, latinhas, garrafas de cerveja, recortes de jornais, CDs, livros, plantas, bótons, sachês, miniaturas, aeromodelos, gibis, origamis, tampinhas de garrafa, marcadores de livros, borrachas, bichinhos de pelúcia, brinquedos, mapas, baralhos, guitarras, bolinhas de gude, vinis, bonés, figurinhas, cadarços, isqueiros. E… Continuar lendo Tem gente que coleciona chaveiros,

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Minha mensagem de fim de ano – um balanço de garranchos e um futuro em vôo-livre

2012 foi um ano ótimo. Um ano de resoluções cumpridas, de grandes mudanças na minha vida. De uma guinada de prioridades, no 10º mês, que apaziguou meu espírito sem prejudicar minha necessidade de falar ao mundo por meio do jornalismo. Da reaproximação com a família, da redescoberta do amor. Termino o ano satisfeita comigo mesma,… Continuar lendo Minha mensagem de fim de ano – um balanço de garranchos e um futuro em vôo-livre

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Como as cuecas de um metalúrgico

Nunca fui boa em comparações. E acho que é um talento maravilhoso conseguir, com uma tacada só, pegar um leitor de surpresa e, ao mesmo tempo, criar uma imagem completa de uma situação na cabeça dele. Com palavras que valem por fotografias. Essa é a arte de comparar, que minha prolixidade não me deixa ter,… Continuar lendo Como as cuecas de um metalúrgico

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Porque algumas coisas não mudam

O “porque” do título é junto mesmo, não quero ter a pretensão de ter motivos para a estagnação das coisas. Elas apenas não mudam mesmo, e fico apenas com a constatação desse fato. Leandro Machado, “correspondente da periferia” de São Paulo (outra coisa que não muda: a cobertura nos jornais se concentrar no centro e… Continuar lendo Porque algumas coisas não mudam

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