Um passado do relator do mensalão tucano que pediu absolvição de Eduardo Azeredo

Na noite desta terça-feira, um texto publicado pelo meu pai aqui no blog em 2011 se tornou, de repente, o mais lido do dia.

“Filho feio do nepotismo no Tribunal de Justiça de Minas Gerais” é o nome do post, que pode ser lido AQUI.

Nele, meu pai conta que o juiz Alexandre Victor de Carvalho tinha virado alvo de processo disciplinar, acusado de ter empregado em seu gabinete, durante três anos e nove meses, uma funcionária fantasma, retendo para si parte do salário dela de 7.500 reais mensais. E que ele teve ascensão meteórica no Tribunal de Justiça mineiro — coincidência ou não, Alexandre é filho de Orlando Adão Carvalho, que presidiu o TJ de 2006 a 2008 e presidiu também a sessão que promoveu o filho a desembargador. Conta ainda que o Carvalho-pai estava sendo investigado pelo CNJ por suspeita de corrupção. Não faço ideia em que pé ficaram todas essas investigações contra pai e filho.

E por que diabos essa audiência fora de época para um post publicado há quase seis anos atrás?

É que este mesmo desembargador Alexandre Victor de Carvalho é o relator do processo que julga Eduardo Azeredo, em segunda instância, por acusação de desvio de R$ 3,5 milhões quando era governador de Minas, dentro do esquema conhecido como mensalão tucano.

Ah, sim: e o desembargador acaba de votar pela absolvição de Azeredo.

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