‘Animais Fantásticos’: eu não teria cérebro para imaginar tanta coisa incrível!

Para ver no cinema: ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM (Fantastic Beasts and Where to Find Them)
Nota 8

animais

Começo avisando: li todos os livros da saga de “Harry Potter” e adorei cada um deles. Mas não li “Animais Fantásticos e Onde Habitam“. Então, sou a pessoa que assistiu a este filme, baseado na obra de J. K. Rowling, sem ter lido o livro, mas sem ser totalmente alheia ao universo dos bruxos e trouxas criado pela escritora britânica.

Só pra avisar.

Continuando: o filme é muito divertido! Foi gostoso voltar a habitar aquele universo de mágica que conhecemos tão bem em Hogwarts, mas agora com um olhar mais adulto. Os efeitos especiais são ótimos, os animais fantásticos são intrigantes.

Em dado momento, o melhor personagem do filme, “Kowalski” (Dan Fogler), diz, embasbacado pelo cenário de fantasia que estava ao seu redor:

“Não acho mais que estou sonhando. Eu não tenho cérebro para imaginar tudo isso.”

É exatamente o que penso toda vez que tento imaginar o processo criativo de J.K. Rowling. Ela é esse sucesso mundial estrondoso porque tem uma criatividade fora do normal para imaginar e descrever cenas, personagens e até palavras que não existem (nomes de criaturas fantásticas, nomes de feitiços etc). Meu cérebro excessivamente jornalístico jamais seria capaz de imaginar um universo como o que povoa este filme.

E é por isso que ele passeia pelas mais de duas horas de longa-metragem, depois de um dia exaustivo de trabalho e morrendo de sono, sem pescar em nenhum segundo. É aquela aventura mágica que dá vontade de ver até o fim, nem que seja só para admirar mais um pouquinho do murtisco, do irritante-mas-fofo pelúcio, do seminviso ou do tronquilho (o bichinho verde da foto).

“Animais Fantásticos e Onde Habitam” não concorre ao Oscar nem pelo roteiro adaptado nem pelos efeitos especiais, os quais já elogiei acima. Nem tampouco pela atuação do premiado Eddie Redmayne, que levou o Oscar de 2015 pelo filme “A Teoria de Tudo” e foi indicado no ano passado por “A Garota Dinamarquesa“. O longa concorre apenas a melhor figurino e design de produção. Mesmo assim, se você não procura um filme-cabeça, mas apenas um entretenimento divertido de ver, aí está o “People’s Choice Award” de melhor blockbuster do ano.

Assista ao trailer legendado:

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