Os vários problemas que ficaram no “novo” Mineirão

O Mineirão foi reinaugurado, com direito a presenças ilustres da presidente da República, do governador do Estado, do prefeito da cidade. Após três anos de reformas. O segundo estádio mais adiantado do Brasil, para a Copa do Mundo e das Confederações, atrás do de Fortaleza, inaugurado poucos dias antes.

Mas cheio de problemas ainda por resolver.

Os flagrantes abaixo foram feitos pelo observador repórter Bruno Moreno (@_BrunoMoreno e @brunocmoreno), que, aliás, é meu primo, no dia da inauguração:

Na altura da cabeça.

Na altura da cabeça. (Todas as fotos: Bruno Moreno)

Bom para furar a perna.

Bom para furar a perna.

Uma barra de ferro sobrando.

No dia seguinte de visitas, a mesma barra de ferro que estava sobrando continuava no mesmo lugar. Não se deram ao trabalho de retirá-la.

Corrimão suspenso com parafusos ao vento.

Corrimão suspenso com parafusos ao vento.

Bom para furar o pé.

Bom para furar o pé.

Cadeiras a instalar.

Cadeiras a instalar.

Corrimão suspenso.

Corrimão suspenso.

Gambiarra 1.

Gambiarra 1.
Gambiarra 2.

Gambiarra 2.

Gambiarra 3.

Gambiarra 3.

Entulho na área externa do estádio.

Entulho na área externa do estádio.

Esperemos que esses e outros problemas tenham sido resolvidos a tempo do jogo de estreia do novo estádio, o clássico do Galo e Cruzeiro pelo Campeonato Mineiro, em 3 de fevereiro do ano que vem. Afinal, um investimento/gasto de R$ 666,3 milhões não é para se permitir gambiarras e outros problemas.

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