Das utilidades do Big Brother Brasil (?)

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Eu nunca assisti a uma edição sequer do BBB. Acho a maior perda de tempo do mundo e não entra na minha cabeça alguém se submeter, por exemplo, a um pay-per-view para ficar 24 horas por dia de olho no que ocorre numa casa, ainda mais sem edição. Em épocas de BBB, na milésima edição que vai ao ar, que só agora percebi ser sempre em janeiro, é comum vermos as pessoas que compartilham da minha opinião falando mal do programa, nas redes sociais e nas ruas.

Mas, me corrijam se eu estiver errada, foi dali – em meio àqueles diálogos rasos e putarias e intervenções de Pedro Bial – que surgiram uma apresentadora de humorístico talentosa (Sabrina Sato), uma atriz que dizem que é esforçada (Grazi) e um político inteligente, que tem defendido bem a bandeira que o elegeu (Jean Wyllys, deputado federal pelo PSOL-RJ e ativista dos direitos LGBT). Talvez tenha havido outros; eu sou meio por fora de assuntos televisivos e sobre celebridades.

Em resumo, são pelo menos três – dentre dezenas de pessoas que passaram pelo BBB. Mas, no país da Zorra Total e do VideoShow, me parece até que estamos no lucro.

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