“I met a girl who sang the blues”, anos-zero: bye-bye, miss american pie…

Tou me sentindo culpada. Desde que conheci e me apaixonei pela linda voz de Amy Winehouse, em 2008, falei em alto e bom som, a quem quisesse ouvir e registrar: esta aí é nossa Janis Joplin geração-anos-zero. E, como tal, vai morrer pelos 27 anos, vítima das drogas, da bebedeira, do estardalhaço, da depressão, do sucesso e da aflição, que mataram, na mesma idade amaldiçoada, outros ídolos do rock e blues como Robert Johnson, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Brian Jones e Kurt Cobain.

E aí está: ela morreu, hoje, aos 27.

Entrará pra história como eles? Vamos esperar, mas tomara que ela seja devidamente reconhecida por muitos e muitos anos. Em seu DVD há registros de uma história recente, pouco antes de estourar nas rádios, quando ainda era “gordinha”, sem topetão e nem sequer bebia. Pena que o abismo da fama (e do amor, sabe-se lá) seja tão devastador.

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