Amigos para cada hora

Lembram daquelas brincadeiras de escola, em que você preenchia uma tabela no caderno e ia colocando nomes de amigos no quadradinho com a descrição correspondente? Na verdade, eram muitas as variações de brincadeiras usando as páginas do caderno, nas horas de folga entre as aulas de biologia e geografia. Depois essas brincadeiras foram transportadas para… Continuar lendo Amigos para cada hora

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Redes sociais e um mundo de mortos-vivos

Outro dia um conhecido postou o seguinte comentário em sua página de Facebook: “Um professor meu da escola de teatro morreu há mais de um ano. Hoje seria seu aniversário. Até o momento, 170 pessoas já deram parabéns. Rolou também “sucesso!”, “saúde” e “tudo de bom nessa vida, querido!”. O mundo está mesmo muito esquisito.… Continuar lendo Redes sociais e um mundo de mortos-vivos

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Mas “eu te amo”

O casal esperava pelo elevador, no hall do prédio. Ele todo de branco, inclusive os sapatos, ela também. Médicos. Os dois com aparentes 50 anos de idade. Conversavam animadamente sobre alguma coisa banal do dia de serviço. Pareciam mais amigos de trabalho do que um casal desgastado por anos de convívio juntos: falavam com aquele… Continuar lendo Mas “eu te amo”

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Das desculpas e des-culpas

Foi só por ler as cartas dos leitores no caderno Equilíbrio, da “Folha” de hoje, que fui ler a coluna da atriz Denise Fraga, publicada na edição de terça passada. O que os leitores disseram despertou meu interesse: “Quantas tragédias evitamos com um sincero pedido de desculpas”, disse o leitor Marcus Machado. “Acredito na força… Continuar lendo Das desculpas e des-culpas

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Os mais jovens ensinando aos mais velhos (inclusive nossos jovens “eus” cutucando os velhos de agora)

Para pegar na locadora: EDUKATORS (Die fetten Jahre sind vorbei) Nota 9 Quando assisti a EDUKATORS pela primeira vez, no cinema, provavelmente em 2004, o que me saltava aos olhos era a questão ideológica. Os jovens anticapitalistas lutando contra as injustiças de um mundo desigual, de uma maneira pacifista e bastante criativa — ou “didática”,… Continuar lendo Os mais jovens ensinando aos mais velhos (inclusive nossos jovens “eus” cutucando os velhos de agora)

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quatro anos

Ontem fiz quatro anos de Terra Cinza. A cidade me homenageou à altura: acordei com o maior solão e logo depois o tempo fechou, tudo ficou cinza e começou a chover-chover-chover por várias horas. Hoje é dia de fazer um balanço na vida. Se até o Econ 24 horas perto de casa, que nunca fecha,… Continuar lendo quatro anos

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