Jogo da vida

  Uma fresta azul-azul na janela: felicidade. A irrelevância de um jeito frio: amor. O perfil mais bonito do mundo: aposta. Tudo isso junto, todos os dias: sorte. As mentiras implícitas em cada um: vida. (05/04/2009)

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Famílias felizes — e outras mais realistas

Ontem, num trajeto de carro que durou 25 minutos, contei 11 carros, ricos e pobres, com os famosos adesivos da “família feliz”. E olha que o auge dessa febre* já passou há alguns meses. Mas lá estão eles: papai, mamãe, filhinho e cachorrinho. Todos sorridentes, mostrando ao mundo como são felizes. E como são facilmente… Continuar lendo Famílias felizes — e outras mais realistas

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Mudar dá trabalho!

Noite de quarta: roupas nas malas, livros em sacos, panelas em caixas, um trabalho sem fim. Diós, por que acumulamos tanto, mesmo num apezinho de 30 m²?! Eu queria ser como Gandhi e Kierkegaard (se não me engano), que sabiam viver só com o mínimo necessário. Tarefa se estende até o começo da madrugada. 7h de… Continuar lendo Mudar dá trabalho!

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Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa

Felicidade é sair do cinema (um filme muito melhor do que o nada que era esperado, prova de que Harrison Ford e Diane Keaton ainda têm muito charme e que jornalismo ainda é bom tema para filmes), pedir um sundae de Chokito e ganhar o triplo da calda de chocolate (quase metade do copinho) porque a lanchonete está fechando e não querem… Continuar lendo Felicidadezinhas despretensiosas na hora certa

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Mais um ano.

Ri, sorri (fotogenicamente) Chorei (de acordar com duas bolas nos olhos) Quis morrer (e fiz poema, instead) Quis chegar aos cem (como a Maude e a Luísa) Fiz o bem (ou o tentei, sempre) Perdi amigos (que viraram em outras curvas) Dispensei outros (que mostraram não valer o título) Conquistei pessoas (mas me conquistaram em… Continuar lendo Mais um ano.

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