Após escrever o post de ontem, em que eu relembrava minhas brincadeiras solitárias quando criança, descobri um texto que eu havia escrito em 2009 e publicado na revista digital NovaE (essa revista premiada, do Manoel Fernandes, reproduziu os posts que eu e meu pai escrevíamos no Tamos com Raiva entre julho de 2007 e março… Continuar lendo Brinquem, crianças
Categoria: Crônicas e Contos
Crônicas e contos que às vezes me arrisco a escrever.
Cenas do busão em Beagá
Fazia muito tempo que eu não tinha necessidade de usar ônibus diariamente, de casa pro trabalho. Em São Paulo, morava a dez minutos a pé do jornal. Antes de ir pra lá, tinha um carro em Beagá, que era obrigada a usar pra conciliar meus horários malucos de trabalho, faculdade e estágio simultâneos. Talvez por… Continuar lendo Cenas do busão em Beagá
Um SAC(o)
O post abaixo é longo, mas acho que merece ser lido do início ao fim, porque todos vão se identificar com os fatos, verídicos, relatados. Acho que só existe uma coisa no mundo que é tão ruim quanto a tortura, mas nem é considerada uma tortura pelas entidades de direitos humanos internacionais: o labirinto a… Continuar lendo Um SAC(o)
Os muchachos
Recebi um comentário muito legal para aquele post que fiz sobre a história de amor surgida de um erro de digitação. É da Rosana, a “muchacha”, que era a destinatária errada do email e acabou se tornando a certíssima: “Oi, sou a esposa do Muchacho… kkkk, a tal do hífen, felizmente. Amei ler a minha… Continuar lendo Os muchachos
Erro de digitação: uma história de amor real
Gustavo, o “Muchacho”, era um pescador lá na Argentina, que nunca tinha tido um computador. Quando ganhou o primeiro micro, sua primeira providência foi entrar em sites de relacionamento. Queria uma mulher para ficar, nada sério. Encontrou uma, com underline no apelido, que era do Rio. Bonitona, na foto, deixou ele interessado. Enviou um email… Continuar lendo Erro de digitação: uma história de amor real
Pão de queijo da roça
Passamos pelo Sertaneja para comprar queijo minas canastra, para eu levar aos colegas paulistanos, para quem tento ensinar o que é queijo minas de verdade (eles insistem em chamar aquela coisa branquela e aguada, sem gosto de nada, de “queijo minas”). O vendedor e dono da lojinha, bem-humorado, falou: — Aqui você compra um queijo… Continuar lendo Pão de queijo da roça