A simplicidade da morte, por Rubem Alves

Li “Ostra Feliz não faz pérola” já faz um bom tempo. Em 2010, pra ser mais exata. Mas isso foi quando o li de cabo a rabo; depois disso, já retornei ao livro para consultas várias vezes. Eu nunca gostei de livro de autoajuda. Não sou religiosa, não leio a Bíblia. Tampouco sou adepta de… Continuar lendo A simplicidade da morte, por Rubem Alves

Avalie isto:

A morte de um sábio e a sombra que ele deixou

Estou triste pela morte de Rubem Alves. Felizmente, ele trata do tema “morte” em várias páginas de seus livros. Sua visão da morte é, como em todas as suas visões, de uma sabedoria sem fim. Sábio, sábio Rubem Alves. Vou lá ler suas palavras para me consolar com sua eternidade literária. Enquanto isso, deixo aqui… Continuar lendo A morte de um sábio e a sombra que ele deixou

Avalie isto:

Memórias de um sábio — e a solidão infantil

Já falei aqui no blog como o Rubem Alves é sábio. Ele fala das miudezas da vida como se fossem as coisas mais importantes do mundo — porque sabe que são mesmo. Ler seus livros é passear pelo encantamento com os passarinhos, os picolés, as mexericas, os carros de bois. É como voltar ao olhar… Continuar lendo Memórias de um sábio — e a solidão infantil

Avalie isto:

Romances – parte 2

Agora vou escrever sobre todos os outros significados da palavra “romance”, ainda atendendo à @Helenjor. Como não vou conseguir terminar a leitura de “Doutor Jivago” até o fim deste ano, já vou listar aqui os oito melhores romances que li em 2010: “Maus“, de Art Spiegelman, Cia das Letras, 296 págs. Tradução: Antonio de Macedo… Continuar lendo Romances – parte 2

Avalie isto: