‘Por que você trabalha?’ Me ajude a responder a uma enquete!

Cena do curta argentino de 2008 “El Empleo” (o emprego), que recebeu mais de 100 prêmios internacionais

Acabei de criar uma pequena-nem-tão-pequena enquete que vai me ajudar com algumas reflexões para um futuro artigo para o blog. Se você, assim como eu, é do tipo que adora responder a pequenas pesquisas, que tal tirar 5 minutinhos do seu dia para responder à minha enquete?

É anônima 😉

Aí vai:

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O fim da humanidade em 12 gerações?

Reprodução / Youtube

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Notícia boa: existem 3 trilhões de árvores em todo o planeta, uma média de 422 por pessoa, oito vezes mais do que se supunha até a divulgação desse novo estudo publicado na “Nature” nesta semana.

Notícia ruim: a cada ano, as atividades humanas destroem 15 bilhões de árvores e só reflorestam ou recuperam 5 bilhões. Desde o início da civilização, quase metade das árvores (46%) já desapareceram e, se o ritmo se mantiver como está, todas as árvores do planeta desaparecerão em míseros 300 anos!

Li um resumo no “El País”, que você pode acessar AQUI.

Seguindo a linha do post de ontem: durma-se com um barulho desses! Valeu, jornalistas, caros divulgadores, vocês contribuem com minha insônia e com minha lucidez, simultaneamente.

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O não-cidadão e minhas cutículas nesta eleição

Outro dia me vi obrigada a ir a um salão de beleza (“sua cutícula é tããão fininha! Parece de bebê…”. E quem foi o imbecil que inventou que é preciso retirar as cutículas de onde nasceram e sempre estiveram, ou seja, ao redor das unhas? E para quê, afinal, além de causar uma dor danada quando a moça acha que é fininha e arranca um bife?) — e a manicure puxou papo:

— E aí, já definiu em quem vai votar?

Falei que sim, embora eu vote em Belo Horizonte, minha mais nova velha terrinha, e não lá em São Paulo. E esperei que ela viesse defender seu candidato ou fazer propaganda para o vereador favorito, como é de se imaginar quando alguém vem com aquela pergunta.

Mas não. Ela continuou de forma surpreendente:

— Pois eu não voto há mais de 20 anos.

Anula o voto toda vez? Justifica a ausência todo ano?, perguntei.

— Não, nem justifico nem anulo. Simplesmente não apareço. Meu título de eleitor já está até cancelado, eu acho.

E continuou, do alto de seus 40 e poucos anos:

— Odeio política. Não quero votar e pronto. Nunca vou prestar concurso público na vida, nem tirar passaporte, então não preciso votar. Dizem que vou ter problema pra aposentar, mas depois eu resolvo isso. O voto não faz a menor diferença na minha vida.

Essa sim é anarquista. Rebela-se contra o sistema de voto obrigatório e não quer nem saber das consequências para sua vida de cidadã.

Ou, em outras palavras, abriu mão de sua cidadania, dentro do sistema vigente. Deu de ombros. O que aqueles canalhas de colarinho branco fazem de ruim não é com ela. O que outros fizerem de bom, muito menos.

Se ela não é cidadã, é como se deixasse de existir enquanto membro da cidade. É perder a responsabilidade sobre qualquer decisão tomada para a coletividade local ou nacional.

Se você, como eu, não fugiu de sua responsabilidade de cidadão, justamente para não abrir mão do direito de cobrar pelas melhores decisões para sua sociedade, faça a coisa direto: escolha um candidato que tenha plano de governo — que você leu e com o qual concorda –, que tenha afinidade com as suas ideias de cidadão e a quem você poderá acompanhar e cobrar nos próximos quatro anos. Não vote por votar: hoje você vai exercer seu direito de membro da cidade, de pessoa atuante e, efetivamente, existente.

Hoje você vai existir um pouco mais, aos olhos do mundo. E isso não é pouca coisa.

Portanto, seja responsável e faça um bom voto. Sua vida nos próximos anos te agradecerá pela decisão de hoje (e minhas cutículas também!).

O beabá (obrigatório) do eleitor

 

O blog ainda está em ritmo de política e, por isso, despejo as seguintes perguntas:

  • Em quem você votou para vereador em 2008?
  • Como fez para escolhê-lo?
  • Ele apresentou quais propostas de campanha?
  • Você o conhecia? Ele se reelegeu ou foi a primeira vez na Câmara Municipal?
  • Como ele se comportou na Câmara, caso tenha sido eleito?
  • Em que projetos votou, quais apresentou?
  • Ele cumpriu as promessas feitas durante a campanha?
  • Ele quer se eleger de novo, caso possa?
  • Quais as propostas que ele oferece agora?

Essas são só algumas das perguntas básicas que devemos nos fazer, como cidadãos e eleitores, não só em relação aos vereadores, mas a todos os demais políticos, em todos os anos eleitorais.

Se você não sabe nem por onde começar a respondê-las, talvez devesse começar lendo ESTE POST, escrito pelo meu amigo Marcelo Soares.

Em seguida, colocando em prática o passo-a-passo que ele dá. Ainda está em tempo 😉