Pau que bate em Chico bate em…

Texto escrito por José de Souza Castro: Muito bom o artigo do veterano jornalista Alberto Dines publicado hoje no Observatório da Imprensa sobre o julgamento, pelo Supremo, do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha, do PT paulista. Melhor ainda, porque ele refresca nossa memória ao republicar dois artigos escritos em 2005 e 2006,… Continuar lendo Pau que bate em Chico bate em…

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Mas “eu te amo”

O casal esperava pelo elevador, no hall do prédio. Ele todo de branco, inclusive os sapatos, ela também. Médicos. Os dois com aparentes 50 anos de idade. Conversavam animadamente sobre alguma coisa banal do dia de serviço. Pareciam mais amigos de trabalho do que um casal desgastado por anos de convívio juntos: falavam com aquele… Continuar lendo Mas “eu te amo”

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“Eu te desamo”

Achei sensacional a coletânea de declarações de desamor (como esta acima) registrada em fotos pela minha amiga de infância Camila Buzelin (dos saudosos tempos do Barão), que hoje é artista plástica em Beagá. Para completar o trabalho, ela, que também é atriz, filmou uma performance em plena Savassi, que deve ter dado o que falar entre os… Continuar lendo “Eu te desamo”

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Segunda-feira cinza

Ontem desejei um domingo colorido a todos. Hoje, acordamos de novo para a realidade cinza. E eis aí um pequeno choque de realidade para você, confortavelmente instalado em sua poltrona da mesa do computador (ou acessando este blog de um iphone, ipad ou outro brinquedo caro desses): Não nos esqueçamos nem deixemos que essas crianças… Continuar lendo Segunda-feira cinza

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Domingo colorido

Admiro muito o trabalho desses caras que começaram grafitando nos muros do Cambuci, na região central de São Paulo, e hoje são artistas plásticos reconhecidos em todo o mundo, e abrindo espaço para vários outros talentos que surgiram depois. O mural abaixo está no MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo, em pleno Ibirapuera, exposto… Continuar lendo Domingo colorido

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A história de uma ex-praça invisível

Conheci a praça Marechal Deodoro, em frente à estação de metrô homônima, pouco depois que me mudei para São Paulo (2008). Na época, ela era um local abandonado, mesmo de dia. À noite, ficava sempre escura e deserta, e eu morria de medo de passar por ali. Por isso, recebi com incredulidade a afirmação do… Continuar lendo A história de uma ex-praça invisível

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