Terra Cinza (vulgo São Paulo): quando fugirei de ti?

Na revista sãopaulo de duas semanas atrás o músico Edgard Scandurra, fundador do Ira!, disse a seguinte pérola: “Viver em São Paulo é sempre planejar fugir.” Depois da letra sacadíssima de Sampa, do Caetano, esta foi a melhor definição que já vi na vida sobre a Terra Cinza. E olha que o cara é paulistano… Continuar lendo Terra Cinza (vulgo São Paulo): quando fugirei de ti?

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Dez horas de aventuras, a caminho do mar!

No post de ontem eu falei sobre as viagens de carros para o sul da Bahia, que gastavam cerca de dez horas. E vou te falar: eu gostava delas. Eram parte das férias. Se houvesse aeroporto em Mucuri e fôssemos de avião, dificilmente seria a mesma coisa. A gente tinha que madrugar, acordar quando ainda… Continuar lendo Dez horas de aventuras, a caminho do mar!

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Legião de lembranças da infância

Eu devo ter lido sobre isso quando foi divulgado, em 2007, mas não me lembrava mais. Logo, hoje li com surpresa que haverá um filme com roteiro baseado na música Faroeste Caboclo, do Legião Urbana. Como o Legião fez parte da minha infância e adolescência (odeio essa palavra), é um filme que com certeza vou… Continuar lendo Legião de lembranças da infância

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Bicicleta a gente aprende e nunca esquece (ou não)

  Lembro como se fosse ontem do dia em que aprendi a andar de bicicleta. A gente tinha se mudado para um prédio novo quando eu estava com seis anos e três meses. A garagem na época era bem vazia (hoje um carro fica amontoado em cima do outro, praticamente) e era quase que um… Continuar lendo Bicicleta a gente aprende e nunca esquece (ou não)

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Cortem-lhe os cabelos!

Uma das coisas mais legais que eu descobri nesta vida é que podemos cortar nossos próprios cabelos. É divertido, é de graça, é emocionante, dá uma sensação danada de liberdade e, se seu cabelo é cacheado, invariavelmente fica bom. Se fica meio torto, ou meio doido demais, você sempre pode dizer que é um corte… Continuar lendo Cortem-lhe os cabelos!

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Ninguém nunca a entende naquela casa (e naquela rua)

Ontem eu estava voltando do jornal quando cruzei com um homem, sentado na calçada, ao lado de uma latinha de cerveja aberta, lendo em voz alta (bem alta) o que pareciam ser fundamentos de matemática avançada. Seu tom de voz tinha aquela afobação dos lunáticos, aquela pressa de quem tem muitos pensamentos complexos na cabeça… Continuar lendo Ninguém nunca a entende naquela casa (e naquela rua)

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