É cedo demais para levar meu filho ao cinema? 7 dicas para a 1ª vez

Luiz sentado na poltrona para ver ‘O Rei Leão’ no teatro. Desta vez, a experiência da “1ª vez” foi trágica. Mas isso é tema para outro post…

 

“A primeira vez a gente nunca esquece…”. A menos que a gente tenha 2 anos ou menos quando esta primeira vez aconteceu, né?

Mas uma das coisas mais legais de ser mãe é viver várias novas “primeiras vezes” na vida, juntinho com nossos pequenos. Quem está aprendendo coisa nova, com os olhinhos brilhando, sentindo ansiedade, assombro ou alegria, num mix de emoções mágicas, são eles. Mas a gente sente quase como se fosse conosco – inclusive porque não sabemos, tampouco, qual reação eles terão.

Foi assim quando decidi levar o Luiz pela primeira vez ao cinema. “Será que é cedo demais?” Claro que me perguntei. Ele estava com 2 anos recém-completados. Mas decidi arriscar.

Passeamos no shopping, brincamos com o brinquedão da vez, fotografamos ao lado do Papai Noel. Eis que pergunto ao meu filho: “Quer ir ao cinema?” E vou comentando o que vai ter lá: uma televisão beeeeem grande, sala escurinha, várias outras crianças, um desenho animado legal, pipoca…

Fui ao primeiro filme que estava passando no horário (Estrela de Belém), apesar de não ter me atraído muito. Enquanto durou o trailer, Luiz se comportou maravilhosamente bem. Ficou encantado com as animações curtinhas que eram vendidas ali na telona, comeu muita pipoca, me abraçou, me agradeceu. Estava entusiasmado.

Quando o filme começou, ele logo ficou inquieto. Começou a falar bem alto, quase gritando, não quis mais ficar sentado, saiu percorrendo o corredor em que estávamos sentados. Para não atrapalhar os demais espectadores, fomos embora.

Mesmo assim, acho que valeu a experiência, sabe? Ele gostou de conhecer o que chama de “cieme”, contou para o pai, lembrou até muitos dias depois. O importante é não gerar expectativas demais, nem em você, nem no filhote. Como cinéfila que sou, torço para que ele goste bastante do cinema, assim como eu, e se torne meu compenheirão nas sessões. Mas não quero forçar a barra nem apressar demais o tempo. Cada coisa em seu momento…

Dito tudo isso, queria compartilhar o que eu aprendi nesta primeira vez: Continuar lendo

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