Sem inspiração

Não vou falar do massacre no Realengo. Não vou conjecturar sobre as razões por trás da mente obscura de Wellington de Oliveira. Não vou comentar o desarmamento, que volta a ser discutido no Congresso. Não vou falar de Bolsonaros e de perfis e comunidades cada vez mais bizarros que encontro nos Orkuts da vida (mas… Continuar lendo Sem inspiração

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“Dormiu para sempre no fim de 2007”

Se você gosta de jornalismo, ou de jornalistas que mais parecem personagens do Rubens Fonseca, ou de pessoas duronas, que morrem e ninguém fica sabendo mais de três anos depois, ou se gosta de um texto bem escrito, que ouve figuras cheias de boas memórias, se gosta de mistérios e dos mistérios da madrugada, que… Continuar lendo “Dormiu para sempre no fim de 2007”

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Caroço

Hoje acordou com um caroço de manga entalado na garganta. Passaram-se várias horas, e lá estava ainda. Coração bateu mais forte. Muito mais. A mão se enregelou e tremeu e formigou. O choro não tardou a vir. Quando veio, foi um temporal de causar enchente. E o caroço apertou. Seria saudade (de casa)? Ouviu “Goin’… Continuar lendo Caroço

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A jangada em nossas camas

Para pegar na locadora: MINHA VIDA SEM MIM (My Life Without Me) Nota 9 – crítica escrita em 24/07/2004 “Não existem pessoas normais”. Realmente, é difícil conceituar o normal. Cada pessoa reage diferentemente a algum acontecimento da vida, e é isso que nos torna tão humanos. Talvez a normalidade exista não nas pessoas, mas na… Continuar lendo A jangada em nossas camas

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