Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)

Bem, pra tentar provar aos escombros do meu cérebro que eu vivo, sim, há exatos 26 anos, dois meses e alguns dias de vida, decidi fazer um churrasquinho de neurônios aqui e tentar encontrar minhas primeiras memórias perdidas nessa amnésia infantil ingrata. Voilá: eu com catapora sentindo muita coceira nas costas e, pra tentar amenizar,… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)

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Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

A última edição do caderno Equilíbrio, da Folha, abordou um assunto que sempre me intrigou: onde vão parar nossas memórias de quando temos cinco anos pra baixo? Por que não podemos simplesmente registrá-las, como fazemos em qualquer época da vida? Todos os pesquisadores, embora tenham explicações diferentes para o fenômeno, são unânimes ao concordar que… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

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Vamos desenhar?

Quando eu era criança, adorava desenhar. Tinha um caderno de desenhos, ganhado em umas férias na praia, e ficava parte da tarde fazendo rostos, a lápis. Como minha inspiração era o espelho, que é o jeito mais fácil de praticar, acabei pegando jeito para fazer rostos de meninas como eu. Todas tinham olhões enoooormes, cabelos… Continuar lendo Vamos desenhar?

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Livro para formar o caráter daqueles com 11 anos

Na semana passada terminei a leitura de “O Meninos da Rua Paulo“, livro indicado pelo @brsamba quando escrevi sobre minhanecessidade de encontrar um livro que me prendesse muito. O livrinho foi escrito pelo húngaro Ferenc Molnár e achei incrível que a tradução tenha sido feita por Paulo Rónai, que também é húngaro e pôde acrescentar… Continuar lendo Livro para formar o caráter daqueles com 11 anos

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