Bolão do Oscar 2018: acertei 15 de 16 categorias (93% de aproveitamento!)

Que pena que justo no ano em que mais acertei no meu bolão do Oscar, não consegui ficar acordada para ver a cerimônia inteira pela primeira vez. À meia-noite, apaguei, ainda com 100% de aproveitamento até aquela hora. Foi o mesmo que perder meu time fazendo 15 a 1 numa final de Libertadores: só vibrei com 6 dos 15 gols…

Acordei sabendo que tinha acertado até mesmo minha aposta de melhor filme do ano (coisa que nunca acerto) e que só errei em uma categoria em que tinha escrito: “Estou entre Três Anúncios para Um Crime e Corra!, mas vou apostar no primeiro”. E foi “Corra!” que ganhou nesta. Me sinto quase como se tivesse acertado 15,5 de 16 😉

Para conferir, os acertos foram: Continuar lendo

Anúncios

Minhas apostas para o Oscar 2018

Neste ano, consegui assistir a apenas 11 filmes indicados ao Oscar 2018 (embora minha meta fosse ver os 20 principais), nas categorias mais importantes da maior premiação do cinema (melhor filme, direção, atuações e roteiros, dentre outras).

Mantendo a tradição do blog, vou fazer minhas apostas para meu bolão do Oscar — que não levam em conta o meu gosto pessoal, traduzido nas notas que dei para cada filme, mas o que considero que a academia vai preferir. Nos três últimos anos, acertei duas vezes 11 de 15 categorias (73%) e uma vez fiz apenas 59% de acerto — ou seja, nem passei de ano 😉 Quanto será que vou acertar neste ano, em que consegui ver muito menos filmes? 😀

Aí estão minhas fichinhas:

  1. Melhor ator: Gary Oldman, de O Destino de Uma Nação.
  2. Melhor atriz: Frances McDormand, de Três Anúncios Para um Crime.
  3. Ator Coadjuvante: Sam Rockwell, de Três Anúncios Para um Crime.
  4. Atriz coadjuvante: Allison Janney, de Eu, Tonya.
  5. Melhor fotografia: (Impossível eu votar sem ter visto Blade Runner 2049, que abocanhou os principais prêmios dessa categoria. Entre os que eu vi, eu ficaria com A Forma da Água ou Dunkirk.)
  6. Melhor Figurino: Pela trama prometida pelo filme que nem consegui ver, vou votar em Trama Fantasma, no risco total.
  7. Melhor maquiagem: Extraordinário é foda, mas vou apostar na mudança de Gary Oldman em O Destino de Uma Nação.
  8. Melhor edição: Vou de Dunkirk.
  9. Melhor canção original: Vou de Remember Me, da animação “Viva”, embora a canção que achei pessoalmente mais bonitinha tenha sido Mystery of Love.
  10. Melhor trilha sonora: eu meio que me esqueci da trilha dos outros filmes e a da A Forma da Água me marcou, então vou com ela.
  11. Melhor mixagem de som:  Vou de Dunkirk.
  12. Melhor design de produção: A Forma da Água
  13. Melhor animação: Não vi nenhuma e mesmo assim vou apostar minhas fichinhas arriscadas em “Viva: A Vida é uma Festa”.
  14. Melhor roteiro adaptado: Não vi quase nenhum dos concorrentes, mas vou apostar em Me Chame Pelo Seu Nome, porque tem cara de filme que a academia premia, apesar de eu não ter gostado pessoalmente do roteiro.
  15. Melhor roteiro original: Estou entre Três Anúncios para Um Crime e Corra!, mas vou apostar no primeiro.
  16. Melhor diretor: Uma pena eu não ter conseguido ver Trama Fantasma para opinar melhor. Mas vou de Guillermo del Toro, por A Forma da Água, o trabalho de sua vida.
  17. Melhor filme: Sem ter visto um dos oito candidatos (Trama Fantasma), ainda arrisco dizer que só dois filmes estão realmente no páreo para este prêmio da noite: A Forma da Água e Três Anúncios Para um Crime. Eu sempre erro nesta parte do bolão, então vou meio de unidunitê e aposto minhas fichinhas em A Forma da Água! A ver no domingo!

E você? Concorda com minhas notas para cada um dos 11 filmes? E com minhas apostas nestas 16 categorias acima [eu me esquivei na estatueta da melhor fotografia]? Participe do bolão aí na parte de “Comentários” do blog! Depois da cerimônia vou publicar aqui o resultado da premiação e meu desempenho neste ano de tantas dúvidas 😀

Na noite do Oscar, se eu conseguir me manter de pé, vou comentar freneticamente, durante toda a cerimônia, lá no Twitter! Comentem comigo 😉

Leia também:

faceblogttblog

Os 20 filmes mais importantes do Oscar 2018: resenhas e trailers

 

Começou uma das épocas do ano de que mais gosto! Não, não é a quaresma: é a época de fazer maratonas de filmes do Oscar, a tempo da cerimônia, que neste ano será no dia 4 de março 😉

Neste ano comecei tarde, então tenho exatamente 17 dias para assistir aos 20 filmes da minha meta, listados abaixo. Ou pelo menos os 11 principais deles. Minha meta leva em conta os prêmios que acho mais legais: melhor filme, direção, atores/atrizes principais e coadjuvantes e melhores roteiros.

Tenho que ver isso tudo paralelamente a muito trabalho, fechamento de revista, filho de 2 anos pra criar, casa pra cuidar etc. Mas todo ano é assim, e esta correria é parte da graça! Será que vou dar conta neste ano mais uma vez? Vocês acompanharão tudinho neste post, porque vou acrescentando as resenhas em forma de link na lista abaixo, à medida que for assistindo aos filmes. Por enquanto, neste 16 de fevereiro, só vi dois da lista: “A Forma da Água” e “Extraordinário”.

PRINCIPAIS FILMES DO OSCAR 2018:

  1. A Forma da Água (13 indicações), nota 9
  2. Dunkirk (8), nota 8
  3. Três anúncios para um crime (7), nota 9
  4. O destino de uma nação (6), nota 7
  5. Trama Fantasma (6), nota 7
  6. Lady Bird (5), nota 7
  7. Corra! (4), nota 8
  8. Mudbound (4), nota 7
  9. Me chame pelo seu nome (3), nota 5
  10. Eu, Tonya (3), nota 9
  11. The Post (2), nota 9

VEREI TAMBÉM SE SOBRAR TEMPO:

  1. Viva! A vida é uma festa (2)
  2. Artista do desastre (1), nota 8
  3. Doentes de Amor (1), nota 8
  4. Projeto Flórida (1), nota 4
  5. Todo o Dinheiro do Mundo (1)
  6. Roman J. Israel, Esq. (1)
  7. A Grande Jogada (1), nota 9
  8. Logan (1)
  9. Extraordinário (1), nota 9

Começa a contagem regressiva! Tic-tac, tic-tac…

Leia também:

faceblogttblog

A Forma da Água: uma fábula sobre o amor proibido

Para ver no cinema: A FORMA DA ÁGUA (The Shape of Water)
Nota 9

Um dos temas mais recorrentes no cinema e na literatura mundiais é o amor proibido. De “Romeu e Julieta” a “A Bela e a Fera”, passando por tantos outros que abordam o amor interracial, intergalático, interétnico, e assim por diante. Então não chega a ser tão original assim o amor entre a faxineira muda e o homem anfíbio, meio monstro-meio deus, preso no laboratório ultrassecreto onde ela trabalha.

É apenas por conta de alguns poucos clichês na narrativa em forma de conto de fadas sobre o amor proibido que resolvi tirar um pontinho desse filme tão belo. Porque, na hora mesmo em que eu estava assistindo, só consegui mergulhar a fundo na história, torcer, me extasiar com a beleza daquele amor, envolto em fotografia poética (que explorou tão bem a luz filtrada pela água) e em trilha sonora perfeita. No fim, sala de cinema abarrotada de gente, quase fui eu a puxar os aplausos, como só acontece ao final dos bons filmes.

A história é de um capricho tão bom de se ver, tão delicado, que fica óbvio perceber a importância desse projeto na vida do diretor mexicano Guilhermo del Toro. Continuar lendo