Ainda sobre o tema violência seletiva, de que tratei nos posts de ontem e de sábado (dentre vários outros na história deste blog), gostaria de relatar uma conversa — na verdade, quase um monólogo — que entreouvi dentro de um ônibus em Beagá, uma semana após o confronto que acabou com um morto no Aglomerado… Continuar lendo “Um a menos” pra dar trabalho pra PM
A violência e a cor da pele [2]
Meu pai elaborou muito melhor que eu o assunto do post de sábado, em editorial publicado hoje no jornal mineiro “Hoje em Dia”. Vale a pena ler: “Não há como negar: a luta contra o racismo no Brasil, que ficou mais afirmativa a partir do começo deste século, teve efeitos importantes na legislação e gerou… Continuar lendo A violência e a cor da pele [2]
Como as cuecas de um metalúrgico
Nunca fui boa em comparações. E acho que é um talento maravilhoso conseguir, com uma tacada só, pegar um leitor de surpresa e, ao mesmo tempo, criar uma imagem completa de uma situação na cabeça dele. Com palavras que valem por fotografias. Essa é a arte de comparar, que minha prolixidade não me deixa ter,… Continuar lendo Como as cuecas de um metalúrgico
A violência e a cor da pele
Ontem publiquei a seguinte matéria: Para cada branco, morrem 3,5 negros em BH, diz Mapa da Violência. No Brasil inteiro, a proporção também é assustadora: 2,5 negros para cada branco assassinado. Depois me dizem que não há problemas raciais no Brasil… Leia também: Post breve para os que insistem que não há racismo no Brasil… Continuar lendo A violência e a cor da pele
Um recorte da vida, em fotos
A gente se acostumou tanto às câmeras digitais, que simplesmente perdemos o costume de revelar (ou melhor, imprimir) as fotografias dos momentos mais importantes. Falo por mim: fui criando pastas e mais pastas de fotos no meu computador, cada uma mais bagunçada que a outra, e raramente desfruto do prazer de colocar um álbum no… Continuar lendo Um recorte da vida, em fotos
Cachorros são sábios
Se nossos desejos fossem mais simples assim, se nos contentássemos com as pequenas alegrias e prazeres mais rotineiros, talvez a vida fosse um negócio muito mais fácil. (Talvez muito mais monótona também, mas felicidade nem sempre está na grandiosidade.)