Vou me abster de dar uma nota ou mesmo comentar o filme Melancolia, do Lars von Trier, que fiquei doida pra ver por várias semanas e acabei de ver agora (enquanto escrevo, numa noite fria de quarta), porque, ao contrário de Dogville e Manderlay, que vi e já saí aplaudindo da sala de cinema, ainda… Continuar lendo Pequeno tijolo sobre a Melancolia
Categoria: Filmes
‘Meia-noite em Paris’: a Paris de todas as belas épocas
Para ver no cinema: MEIA-NOITE EM PARIS (Midnight in Paris) Nota 9 Eu sempre disse que queria ter sido jovem nos anos 60 ou 70. Seriam meus anos de ouro. Depois, comecei a achar que outras épocas poderiam ser ainda mais interessantes, como os anos 20. Essa é a época de ouro do protagonista deste… Continuar lendo ‘Meia-noite em Paris’: a Paris de todas as belas épocas
A Vida é Bela – mas triste
Para pegar na locadora: O PIANISTA (The Pianist) Nota 10 – crítica escrita em 07/03/2003 Acabei de rever um dos meus filmes favoritos, que não via desde que passou no cinema, em 2003. O maravilhoso “O Pianista”, do Roman Polanski. Na época, escrevi uma crítica para o site Fulano, que reproduzo abaixo: “O Pianista” conta a… Continuar lendo A Vida é Bela – mas triste
‘Caminho da Liberdade’: o recheio que os leva até o fim
Para ver no cinema: CAMINHO DA LIBERDADE (The Way Back) Nota 8 Logo de cara vocês serão avisados que três prisioneiros dos campos de trabalho na Sibéria fugiram, percorreram mais de 6.000 quilômetros, e chegaram à Índia, em 1947. Portanto, relaxem, não estou estragando o filme. É como quando vimos 127 Horas: já sabemos que… Continuar lendo ‘Caminho da Liberdade’: o recheio que os leva até o fim
Seu destino é… se sentar aqui!
Vale ver no cinema: OS AGENTES DO DESTINO (The Adjustment Bureau) Nota 7 Vou ser do contra de novo, como daquela vez em que defendi os ônibus em vez dos aviões: eu não gosto de lugar marcado no cinema. E não dá nem pra dizer que é porque não me acostumei, que é a típica… Continuar lendo Seu destino é… se sentar aqui!
Cinco anos depois e, como sempre, alegria
Pra quem se preocupou com o poema de ontem, esclareço: foi escrito em algum momento aleatoriamente triste de 2006, que já nem lembro mais qual foi, porque todas as tristezas acabam sempre em um buraco negro da minha memória, depois de um tempo, junto com todas as sombrinhas que já perdi pelo caminho 😀 Meu… Continuar lendo Cinco anos depois e, como sempre, alegria