Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)

Um dia, Vovó Paterna foi à casa de uma amiga, visita de praxe. Lá na roça, antigamente, era costume visitar os parentes e amigos com alguma frequência, como já não se faz mais hoje. Era até comum ter um “quarto de hóspedes” na casa, quando a visita vinha de outra cidade. E, ao receber o… Continuar lendo Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)

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Tchekhov propõe um concurso literário!

— Ficou assim depois que ganhou uma fortuna no cassino –, cochichou a senhoria, a escada rangendo atrás de si. — Acabrunhado, com medo de todos, sabe? Entra aqui, tira o chapéu com esse olhar vazio, sobe para o quarto, bate a porta. Às vezes passa dias sem comer. Não agüento ver isso. Acho que… Continuar lendo Tchekhov propõe um concurso literário!

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Pra quem dá notícias ruins vestindo lingerie

Todos, a esta altura, já devem ter visto a propaganda da Hope com a Gisele Bündchen. E, obviamente, a polêmica decorrente dela (digam o que quiserem, senhores publicitários, mas, para mim, isso tudo foi friamente calculado, porque é claro que a polêmica dá visibilidade e a visibilidade se traduz em grana). Portanto, não vou tratar… Continuar lendo Pra quem dá notícias ruins vestindo lingerie

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O telefone

Toca o telefone. (“You’re nobody until somebody loves you”, um clássico do Sinatra, mas numa versão alta e cheia de baterias do Jamie Cullum — irritante, para mim, desde que a selecionei como toque de celular, mas não vou trocar para não castigar outra boa música.) Estou tomando banho, não posso atender, mas me dá… Continuar lendo O telefone

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