
Ele era conhecido principalmente por seu humor, por suas comédias, e já participou de mais de 100 produções no cinema e na TV, mas as duas que mais me marcaram são dramas e têm mais de 15 anos de idade: Gênio Indomável (1997) e, principalmente, Sociedade dos Poetas Mortos (1989), que já assisti dezenas de vezes e posso dizer que é meu filme favorito.
Esta semana passada foi tão enlouquecida, com a morte de um presidenciável e um frila que peguei para fazer, que acabei deixando passar batido no blog a trágica morte de Robin Williams, que aparentemente estava doente e se matou, tendo apenas 63 anos de idade.
Se ele tivesse feito apenas esses dois filmes, pelos quais foi indicado e premiado com o Oscar, já teria contribuído imensamente para a história do cinema. Nem precisava fazer mais, mas ele atuou em outras 102 produções, escreveu 11, produziu três e dirigiu duas.
Foi por meio do Sociedade dos Poetas Mortos que conheci o Carpe Diem e todos aqueles poetas românticos, como Henry David Thoreau, que pregavam que a vida deveria ser vivida com intensidade. Foi um daqueles filmes que marcou várias gerações de adolescentes, por instar a pensar com a própria cabeça, a ter ideias e bancá-las, a enfrentar os velhos conservadores — coisa que está na essência de todo adolescente do planeta.
Por isso, Robin Williams, nosso muito obrigada!
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