Duas boas ideias para intercâmbio entre Minas e São Paulo

tarjaferias

Nesse retorno a São Paulo, durante as férias, lembrei de duas coisas que são corriqueiras em Beagá e que nunca consegui encontrar lá na Terra Cinza. Ao mesmo tempo, me ocorreu duas tradições de São Paulo que bem poderiam ser adotadas na terrinha.

Ficam aqui, portanto, as sugestões de intercâmbio de boas ideias, para quem quiser colocar em prática! 😉

Duas boas ideias de Beagá para São Paulo:

  1. Pizzaria que funciona (e faz entregas) na hora do almoço
  2. Farmácia 24 horas e que faça entregas também durante a madrugada (o óbvio e mais que esperado, mas que nunca achei em São Paulo)

taxi

Duas boas ideias de São Paulo para Beagá:

  1. Táxis que ficam acesos quando estão disponíveis e se apagam quando estão ocupados (ideia tão simples e óbvia, que não dá pra acreditar que não seja adotada nacionalmente; em Beagá, um taxista pode ser punido se apagar a luz sobre o carro)
  2. Cesta de pães como entrada praticamente universal em bares e restaurantes — e de graça, incluída no pedido (com direito a manteiguinha e azeite, claro)

mudancas287
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6 comentários sobre “Duas boas ideias para intercâmbio entre Minas e São Paulo

  1. Olá!
    Quanto aos táxis, o que é mais usado a nível internacional é a mudança de cor da luz (verde e vermelho por exemplo) ou a existência de uma indicação luminosa se está livre ou ocupado.
    Continuação de umas excelentes férias.

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    • Olá!
      Pois é, acho que a indicação luminosa para indicar se está livre ou ocupado é a coisa mais óbvia e simples do mundo, e não é usada em BH. Aqui começaram a implementar um sistema que achei péssimo, porque acrescenta a cor azul, que inexiste no trânsito brasileiro, então só serve para gerar confusão com o verde.

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  2. Mais uma idéia de SP (ou do resto do Brasil) para BH: taxistas educados e que não tentem a todo momento passar a perna no passageiro.
    Viajo muito e digo sem hesitar que os taxistas de BH são os piores que já vi. Primeiro, tomam todos os passageiros como trouxas e escolhem sempre o caminho mais longo e com mais trânsito e mais semáforos etc. para levá-los ao destino. Isso acontece comigo na maior parte das vezes que pego um táxi em BH, quando vejo que o cidadão está indo pelo caminho mais longo, digo logo “ei, por que vc não pega a rua X que é direto?”. Ele diz “ah, mas vc não avisou que queria a rua X”. Pelamor, o passageiro precisa avisar que em circunstâncias normais o motorista deve escolher o caminho mais curto entre dois pontos?? Um dia eu não falei nada só para ver o que ele faria, no meio do caminho perguntei porque ele estava dando aquela volta absurda e ele não soube responder (a cara de pau ainda não havia chegado ao ponto de dizer “estou passando a perna em você, sua trouxa”). Quando cheguei ao destino disse a ele que fazia aquele trajeto frequentemente, nas mesas condições de trânsito, e que ele costumava ficar em X reais, valor que efetivamente paguei. O valor além de X deveriam ser arcados pelo taxista, que fez aquela volta estúpida.
    Segundo, ai de você se pedir para ligar o ar condicionado. Em outras capitais do Brasil, a regra é que vc já entre no táxi e ele esteja com janelas fechadas e ar ligado – passar calor e receber fumaça preta de ônibus/caminhão no rosto ninguém merece, né? Em BH é o contrário: 90% dos táxis andam com as janelas abertas e se você pedir ao motorista para ligar o ar ele faz cara feia (isso quando não dá uma desculpa do tipo “ar condicionado faz mal” – hã?) Lembro-me de um dia de calor senegalês (mais de 30 graus) em que o tiozinho não queria porque não queria ligar o ar de jeito nenhum!!!! Então eu disse para ele por favor me deixar na esquina que eu iria pegar outro táxi, aí ele ligou.
    Terceiro, a maior parte das barbaridades de trânsito que vejo em BH são cometidas por taxistas. Os daqui simplesmente ignoram um dispositivo chamado seta para indicar mudança de direção, nunca ouviram falar que é proibido parar em fila dupla, nunca dão brecha para o carro da pista ao lado que quer mudar de pista, e ainda têm alguma dificuldade com cores, porque nem sempre param no vermelho. E também nem sempre sabem interpretar o velocímetro para ver se estão na velocidade permitida na via.
    É clichê dizer isso, mas que em BH os taxistas vão fazer os turistas estrangeiros de gato e sapato, isso vão mesmo!!

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    • Nossa, já me passaram tanto a perna nos táxis de São Paulo! Mas tanto, tanto. E o pior é que eu custei a conhecer os caminhos realmente, então só sabia que estava sendo enganada, mas não sabia muito bem como cobrar o engano 😦 No Rio também percebi que os taxistas são malandríssimos, mas sempre peguei táxi lá sabendo bem para onde ia, então ficava bem atenta.
      Essa questão do ar condicionado eu concordo em gênero, número e grau 🙂
      Pobres turistas em todo o Brasil!

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    • Vc gosta mesmo de SP, hein? Eu, pessoalmente, prefiro o atendimento em BH, considerando bares e restaurantes. Lá sempre tive a impressão de que os garçons queriam que eu fosse embora logo pra liberar a mesa (o que não corresponde à realidade quando estou, digamos, numa mesa de bar cheia de amigos, tomando cerveja numa tarde de domingo). Mas, claro, não dá pra generalizar. Afinal, já escrevi por aqui sobre o melhor garçom do planeta, e ele era de SP.

      Livrarias e museus, realmente, são muito maiores por lá, mas nós é que temos Inhotim e o Museu de Artes e Ofícios 😉

      Shows é outra questão: os grandes shows são lá, mas custam o triplo do preço da decência. Por outro lado, já ouvi Buddy Guy de graça em um parque de SP. Mas já ouvi Caetano + Paulinho da Viola de graça na praça da Estação, em BH. E Deep Purple + Jethro Tull + Focus + Mutantes + Festival de Blues por ingressos a menos de R$ 30 (cada show), aqui em BH. Enfim…

      Parques? Esta eu discordo veementemente. Para mim, nem mil Ibirapueras valem o tanto que o Parque das Mangabeiras.

      Sinalização de trânsito? Vc percorreu a Marginal depois da expansão? Aquilo ali é o CAOS! Quando eu ainda estava lá, fiz dezenas de matérias sobre a sinalização tenebrosa de lá, que gerou até processo do Ministério Público. E é só a via mais importante da cidade… Agora nas férias pude comprovar a confusão do ponto de vista de uma motorista.

      O molho de tomate é uma boa 😉

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