13 desenhos animados lindos e educativos para crianças de 0 a 2 anos

A quem interessar possa: aquele vício que meu filho parecia ter em relação à Galinha Pintadinha não durou nem 1 mês. Isso mesmo: um mês! Hoje ele não só não é mais fissurado na galinha como não quer vê-la nem pintada em sua frente. Aquela minha preocupação entrou no topo da lista de dilemas inúteis que a gente enfrenta na maternidade, hehehe. Desde então, o desenho que ele mais quer assistir (e de que, aliás, sempre gostou), é o russo “Masha e o Urso”. Ele chega da escolinha já pedindo: “Urso! Urso!”. Quanto tempo durará esta nova moda? Outro mês? E depois, que virá? Peppa tem alta cotação na bolsa de valores aqui em casa! 😀

Bom, dado que mandei para as cucuias a recomendação das cartilhas de especialistas de alienar completamente meu filho das telas, telinhas e telonas antes dos 2 anos, e que isso já se tornou uma realidade inexorável aqui em casa, resolvi compartilhar com vocês aqueles desenhos que achei mais legais e que o Luiz também gostou de assistir em algum momento (nem que fosse por um mês apenas). Desenhos que acho que acrescentam algo de positivo, não apenas hipnotizam. Não vou colocar nem Galinha Pintadinha na lista nem aqueles desenhos que sei que são legais, beleza, mas que ainda não atraíram meu pimpolho de 1 ano e 7 meses (tipo Beat Bugs e Show da Luna). Mais tarde, se for o caso, repito a lista para uma faixa etária mais ampla 😉

Aí vai: Continuar lendo

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Cedi à Galinha Pintadinha! (E dei adeus às cartilhas da criação de filhos)

Na semana passada, compartilhei aqui no blog minha decisão, naquele momento, de cortar o acesso do meu bebê à danada da Galinha Pintadinha. Isso porque, pela primeira vez nos 18 meses de vida do pequeno, vi o Luiz ficando totalmente viciado em algum programa na tevê, e transtornado com a ausência da Popopó cantando todas aquelas músicas tradicionais brasileiras.

Escrevi o texto, postei no blog e, quando cheguei em casa… fiz tudo diferente do que tinha escrito mais cedo! Sim, eu cedi à Galinha Pintadinha. Não aguentava mais ver meu filho dançando o Pintinho Amarelinho (dedinho indicador esquerdo batendo na palma da mãozinha direita, sabem?) e apontando para a tevê, inconsolável, fazendo um apelo por seu programa favorito recém-descoberto. Fiquei com dó.

Ao mesmo tempo, fiz algumas ponderações para aplacar minha culpa: ora, ele não passa o dia inteiro conectado a alguma tela. Pelo contrário, são algumas boas horas por dia apenas brincando no ambiente lúdico da escolinha, onde nem televisão existe, ao lado de dezenas de outros pequenos. Em casa, também brinca bastante, desenha, se diverte na banheira. Sempre temos a preocupação de levá-lo a passeios pelo bairro, à pracinha, aos parques, ao clube… Enfim, a Galinha Pintadinha é só uma pequena fatia de toda a informação que ele recebe e de toda a energia que pode gastar no dia a dia.

Então, qual é o problema? Continuar lendo

A danada da Galinha Pintadinha e como lidar com a TV para os pequenos

Eu sei, seu sei. A Sociedade Brasileira de Pediatria, a Academia Americana de Pediatria e toda sorte de outras entidades universais de entendidos na saúde das crianças alerta: não é bom deixar que os pequenos com menos de 2 anos de idade assistam a televisão.

Mas na prática a coisa é meio diferente. Por mais que a gente sempre tenha a preocupação de deixar o Luiz longe das telas em geral, brincando com bola, canetinha, quebra-cabeças e tal, ele acaba tendo seu momento diante da tevê. Vou dar um exemplo de momento clássico e ótimo para isso: quando estou cozinhando o jantar dele. A tevê vira uma babá, deixa ele sentadinho, esperando pacientemente pelo papá pronto, sem necessidade de muita atenção extra que não posso dar quando estou com a barriga no fogão ou na pia.

É um momento rápido do dia, mas foi nesses momentos que o Luiz cultivou o gosto por desenhos animados e até passou a eleger claramente seus favoritos: principalmente Mundo Bita, Dinotrem e Masha e o Urso.

Nunca vi nenhum problema nesse contato rápido diário com desenhos. Afinal, ele não fica o dia inteiro ligado na tevê, recebe vários estímulos, de toda ordem, e as telas são uma realidade do mundo atual.

Bom, eu não via nenhum problema…

Tudo mudou na semana passada, quando, nem lembro mais como, Luiz assistiu pela primeira vez (ou prestou atenção pela primeira vez) à “bendita” Galinha Pintadinha.

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