Sempre notei que eles ficavam ali, no mesmo lugar, compondo um sorriso. Mas nunca me atrapalharam nem fizeram estardalhaço para se fazerem notar. Quer dizer, quase nunca. Quando eu era criança, lembro de serem sempre muito elogiados pelos dentistas e por algumas pessoas em geral. Minha mãe chegou a perguntar a um dentista se eu… Continuar lendo Quando descobri que tenho dentes
12 horas depois, o inevitável:
Balanço vazio
Ando altamente desinspirada ultimamente. Para não repetir ESTE post, nem ter que apelar para os arquivos de poemas velhos ou críticas empoeiradas, nem — pior — para o selinho do Garfield, deixo vocês aqui com a dica de entrarem no meu outro blog, o Novo em Folha, este sim cheio de posts já agendados para… Continuar lendo Balanço vazio
Último dia da mostra Cinema de Bordas
Hoje é o último dia para ver, de graça, os filmes da 4ª edição do Cinema de Bordas. Trata-se de uma mostra de filmes independentíssimos, feitos em todos os rincões do Brasil, com pouquíssimos recursos (muitas vezes usando parentes ou amigos como atores), mas por diretores talentosos, mesmo que amadores. Nada que a gente vá… Continuar lendo Último dia da mostra Cinema de Bordas
A pirâmide – uma ameaça sempre atual
Texto de José de Souza Castro: Só agora li “The Pyramid”, escrito por Ismail Kadare entre 1988 e 1992 em Tirana e Paris. É muito tempo para escrever um livro de apenas 161 páginas na edição da Arcade Publishing, de Nova York, por um escritor albanês incensado pelos que combatiam o comunismo antes da queda… Continuar lendo A pirâmide – uma ameaça sempre atual
Gemidos
(Como ando sem nenhuma inspiração e não gosto de ver meu blog abandonado, mesmo com um arquivo tão gordo, deixo aqui um poeminha que fiz em 2009, mas que serve pra qualquer ano.) Homem pára e pede pão. Pão não há, pede migalha Recusada, pede galho Qual passarinho, voa ao chão. Geme – de… Continuar lendo Gemidos