Meu ponto de ônibus é assim

Desculpem pelo encantamento, gente, mas é que ainda estou me acostumando à ideia de estar de volta à cidade do céu azul, com passarinho cantando o dia inteiro na minha janela, com chuvinha caindo suave no fim de tarde, sem assustar, com árvores em todo o caminho perto de casa e do trabalho, flores forrando… Continuar lendo Meu ponto de ônibus é assim

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Brinquem, crianças

Após escrever o post de ontem, em que eu relembrava minhas brincadeiras solitárias quando criança, descobri um texto que eu havia escrito em 2009 e publicado na revista digital NovaE (essa revista premiada, do Manoel Fernandes, reproduziu os posts que eu e meu pai escrevíamos no Tamos com Raiva entre julho de 2007 e março… Continuar lendo Brinquem, crianças

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Enfim, minha biblioteca

Quando eu era criança, meu sonho era ter uma biblioteca só para mim, com livros em ordem alfabética, divididos por categorias, forrando uma parede inteira do quarto, com estantes do teto ao chão. Como não tínhamos nem espaço nem dinheiro para isso, os livros ficavam espalhados em vários armários, na sala, na copa, no meu… Continuar lendo Enfim, minha biblioteca

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Das alegrias do violino – e sua conversa com a percussão

Sempre considerei o violino um instrumento sisudo. Nada a ver com a audácia dos saxofones e trompetes, com a alegria dos pianos, a agitação das baterias e percussões ou os gemidos desbaratados das queridas gaitas. Bonito, sim, como não. Como a harpa é bonita. Mas meio sem sal. Era isso que eu achava dos violinos,… Continuar lendo Das alegrias do violino – e sua conversa com a percussão

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Roda D’água e uma memória afetiva de mais de 50 anos

Desde que eu me entendo por gente frequento o restaurante Roda D’água. Ali já teve churrascaria a la carte, rodízio de churrasco, self-service, já teve dois restaurantes diferentes no mesmo espaço, já foi só lanchonete (duros tempos de excesso de concorrência na rodovia 262), já ficou aberto 24 horas por dia, já foi de tudo… Continuar lendo Roda D’água e uma memória afetiva de mais de 50 anos

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12 rimas para amora

Tem coisa melhor que puxar um galho bem alto e, segurando com força, comer toda e qualquer amora pretinha que vir pela frente? — Me deixa mais, ela implora. — Vamos que já está na hora. — Você sabe que ela adora. — Logo põe tudo pra fora. — Está na hora de ir embora.… Continuar lendo 12 rimas para amora

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