No mundo real, duas horas de atraso até minha casa

Entrei no ônibus em Beagá às 22h30 e pensei: desta vez vou dormir daqui até São Paulo. Estava tão cansada que não foi difícil. Assim que decidi dormir, meia hora depois, virei pedra (com algumas interrupções para ajeitar a posição) até a chegada à Terra Cinza. Isso é raríssimo, porque normalmente só consigo dormir umas… Continuar lendo No mundo real, duas horas de atraso até minha casa

Avalie isto:

Concorrência na barbearia

Depois da minha crônica sobre Rondônia, esta experiência que aconteceu com o meu pai, a cinco quarteirões da nossa casa, em Beagá, mostra como existem justiceiros e loucos até nos lugares menos imaginados. Divirtam-se: Texto de José de Souza Castro Entro na barbearia do Gilberto, como tenho feito uma vez por mês, nos últimos 15… Continuar lendo Concorrência na barbearia

Avalie isto:

Os “justiceiros” do Brasil, esta Terra de Ninguém

Eu estava no táxi, voltando da USP, e o taxista estava revoltado com a morte de Felipe Ramos de Paiva, estudante de ciências contábeis que morreu no campus na quinta passada. Com sotaque forte do norte (que só hoje vim a descobrir como é), não parava de repetir: “É muito ruim uma família ver o… Continuar lendo Os “justiceiros” do Brasil, esta Terra de Ninguém

Avalie isto: