Uma terra de índios (mais relatos de um caminhoneiro)

Já contei para vocês alguns relatos de um motorista do jornal que trabalhou boa parte da vida como caminhoneiro. Fiquei vários meses sem encontrá-lo, mas nesta semana tive oportunidade de ir para a pauta com ele duas vezes, e pude ouvir ainda mais boas histórias. Uma delas segue no post de hoje, também tirada de… Continuar lendo Uma terra de índios (mais relatos de um caminhoneiro)

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Grama foi feita para ser pisada (e algumas regras, para serem quebradas)

Aproveitando que hoje é sabadão e o dia há de estar bonito em alguns parques deste Brasil, vou postar aqui uma crônica que adorei ter lido, lá pelos meus 12 anos, e com a qual concordo veementemente. Lembrei-me dela após ler um post do blog do ambientalista Ricardo Cardim (cujo sobrenome deve ter sido grafado… Continuar lendo Grama foi feita para ser pisada (e algumas regras, para serem quebradas)

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Crônicas do fim do mundo: o desperdício de água

Que desperdício de água!

Pra mim não há nada mais medonho do que ver alguém lavando a calçada com mangueira. Em 15 minutos, a pessoa desperdiça nada menos que 280 litros d’água. Esse volume é quase três vezes o que a ONU considera suficiente para uma pessoa consumir ao longo de todo um dia, incluindo o gasto d’água com… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo: o desperdício de água

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Crônicas do fim do mundo — no trânsito

Existe uma coisa que o Código de Trânsito Brasileiro garante e que parece que o pessoal ignora: todas essas vias que permeiam a cidade, que chamamos de ruas e avenidas, devem ser COMPARTILHADAS. Entre carros, ônibus, caminhões, bicicletas e, sim, pedestres também. Os pedestres têm preferência nas faixas, que funcionam como uma extensão das calçadas,… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — no trânsito

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